terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Plasma melhora regeneração de ligamento do joelho

Ficha de leitura nº3
Assunto:Plasma melhora regeneração de ligamento do joelho
Pesquisador: Vanessa



Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/plasma-sanguineo-melhora-regeneracao-de-ligamento-do-joelho

Com nova técnica, a cicatrização é até 50% melhor e tendão fica mais resistente a novas lesões

Um estudo desenvolvido no Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que a utilização de plasma sanguíneo no tratamento de lesões nos ligamentos do joelho pode melhorar a cicatrização em até 50%. A técnica pode deixar ainda o tendão mais resistente a novas lesões. As informações são da Agência Brasil.

Para analisar a nova técnica, um grupo de 27 atletas, com idades entre 15 e 44 anos, foi acompanhado durante seis meses. Todos apresentavam lesões no ligamento cruzado do joelho, uma estrutura ligada a estabilidade do joelho e localizada no centro da articulação. Segundo Adriano Almeida, ortopedista do IOT, o tratamento na região é normalmente feito com o enxerto de parte do tendão patelar”.

O novo método consiste na retirada de sangue do próprio paciente, que é enriquecido com plaquetas por meio de um processo no laboratório e injetado no local de onde foi retirado o material para enxerto. O plasma foi aplicado durante o procedimento cirúrgico em 12 atletas. Nos demais, foi utilizado o sistema tradicional. Seis meses após as cirurgias, todos eles passaram por novos exames. Os pesquisadores constataram que, nos pacientes em que foi utilizado o plasma, houve uma cicatrização 50% melhor do que a dos demais, o que torna o tendão mais resistente e menos suscetível a lesões.

Mutação genética pode estar associada à esclerose múltipla

Ficha de Leitura nº 2
Assunto:Mutação genética pode estar associada à esclerose múltipla

Pesquisador: Vanessa


Fonte: http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=9504&mode=browse&titulo=muta%C3%A7%C3%A3o-gen%C3%A9tica-pode-estar-associada--%C3%A0-esclerose-m%C3%BAltipla

A esclerose múltipla pode estar relacionada a uma variação genética rara, de acordo com uma nova pesquisa desenvolvida por cientistas das universidades Oxford (Inglaterra), Ottawa, British Columbia e McGill (Canadá).

A esclerose múltipla é uma doença inflamatória do cérebro e da medula espinhal. Não se conhece a causa dessa condição, mas suspeita-se que fatores genéticos e ambientais estejam envolvidos. Existe a teoria de que predisposição genética e fatores como a exposição ao sol ou uma infecção podem funcionar como um gatilho, possibilitando o desenvolvimento da doença.

Os pesquisadores encontraram o gene em pais de 35 crianças que sofriam de esclerose múltipla e que haviam herdado o gene. A variação causa reduções nos níveis de vitamina D. De acordo com os cientistas, apenas uma cópia do gene modificado de um dos pais afeta uma enzima chave que leva a baixos níveis dessa vitamina.

A variação do gene foi procurada em mais de 3000 famílias cujos pais não tinham esclerose múltipla, mas que tinham um filho com a doença. Os pais que foram identificados como portadores do gene tinham uma cópia dessa variação e uma cópia normal. Nesses 35 casos, a criança havia herdado a variação do gene. “Todas as crianças herdarem a variação é como jogar uma moeda e tirar 35 caras, implicando chances de 32 bilhões contra um”, explica o pesquisador George Ebers.

Os resultados encontrados reforçam a teoria de que a vitamina D pode ser um fator que contribui para a esclerose múltipla.

Médicos defendem transplante fecal contra superbactéria

Ficha de Leitura nº 1
Assunto:
Médicos defendem transplante fecal contra superbactéria
Pesquisador: Vanessa

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/12/medicos-defendem-transplante-fecal-contra-superbacteria.html

A ideia pode fazer virar o estômago de muita gente, mas o transplante de bolo fecal de uma pessoa para outra pode ajudar a salvar vidas.

Alguns médicos estão usando o procedimento para ajudar a repovoar intestinos com bactérias benéficas, que podem desaparecer após algumas enfermidades.

Essas bactérias benéficas ajudam a flora intestinal a combater infecções como as causadas pela suberbactéria Clostridium difficile, altamente resistente a antibióticos.

Alisdair MacConnachie, que acredita ser o único médico na Grã-Bretanha a fazer esse tipo de transplante, diz que a eficácia do tratamento é comprovada, mas que ele deve ser usado apenas como último recurso.

A lógica é simples. A infecção por C.difficile pode ser provocada pelo uso de antibióticos, que matam bactérias no intestino. Isso dá às bactérias C.difficile sobreviventes espaço para se reproduzir amplamente e produzir grandes quantidades de toxinas que podem levar à diarreia e provocar a morte.

A solução mais óbvia, a ingestão de mais antibióticos, nem sempre funciona e alguns pacientes desenvolvem infecções crônicas. A teoria é que ao adicionar mais bactérias ao intestino, elas competirão com a C.difficile e controlarão a infecção.

Tubo pelo nariz

MacConnachie, do Gratnavel General Hospital, de Glasgow, já realizou mais de 20 operações desse tipo desde 2003.

"Somente um dos pacientes que eu tratei não conseguiu se livrar da C.difficile", disse.

Se os tratamentos normais não funcionam, o paciente recebe antibióticos até a noite antes da operação, quando os remédios são trocados por outros para controlar a acidez do estômago.

Na manhã da operação, o doador vai ao hospital e produz uma amostra.

Normalmente, um parente é usado, preferencialmente alguém que vive com o paciente, porque viver no mesmo ambiente e comer a mesma comida significa que é mais provável que eles tenham bactérias da flora intestinal semelhantes.

Cerca de 30 gramas da matéria fecal é tomada e misturada em um liquidificador com um pouco de água salgada. Isso depois é filtrado para deixar apenas um líquido.

MacConnachie insere um tubo pelo nariz do pacidente até seu estômago. Outros médicos usam diferentes caminhos para chegar ao intestino.

Cerca de 30 mililitros do líquido são então inserido pelo tubo.

Preconceito

"Minha visão pessoal é de que esta técnica está aí para pacientes que tentaram todos os tratamentos tradicionais", disse MacConnachie.

"Se um paciente não responde a isso e tem infecção crônica por C.difficile, então está em apuros e não há realmente nenhuma outra técnica ou tratamento com a eficácia provada que tem o transplante fecal", observa.

Para ele, o preconceito impede que mais gente se beneficie do tratamento. "É uma técnica publicada (em publicações científicas). Acho que as pessoas têm medo", diz.

"Parece nojento, é nojento, e eu acho que as pessoas provavelmente têm medo de chegar aos pacientes e discutir o assunto", avalia.

Este não é um problema enfrentado por Lawrence Brandt, gastroenterologista no Montefiore Medical Center, em Nova York.

Ele diz que recebe hoje entre dois e quatro e-mails diários de pessoas que querem passar pelo transplante. Até hoje ele já fez a operação em 42 pacientes.

Ele recorda sua primeira operação, em 1999: "A paciente me ligou seis horas após o transplante fecal e disse que não sabia o que eu havia feito ali, mas que ela se sentia melhor do que havia se sentido em seis meses. E de fato, ela nunca mais teve uma infecção por C.difficile", conta.

Além de pacientes, ele diz que há mais médicos expressando interesse na técnica nos Estados Unidos.

"Nos próximos seis meses ou um ano, isso será a coisa mais instigante que aconteceu à gastroenterologia. Isso vai certamente mudar a maneira como a C.difficile é tratada e outras doenças também", diz.

Síndrome do intestino irritável, diarreia e constipação também estão na lista de possíveis aplicações. "Isso parece ser uma abordagem incrível para uma grande variedade de doenças", ele diz.

Estudos

A prática foi relatada apenas em poucos estudos de casos no combate à infecção recorrente com C.difficile.

Houve um índice de sucesso de cerca de 90%. Isso não é suficiente, porém, para que a técnica seja adotada amplamente.

O padrão para determinar se um tratamento funciona é um teste clínico randômico - tomar um grande grupo de pacientes e dar a uma parte o tratamento em análise e a outro um placebo ou tratamento diferente. Os dois grupos são então comparados para ver se o tratamento realmente faz uma diferença.

Até que a técnica de transplante fecal seja analisada dessa maneira, será difícil que consiga uma aceitação ampla.



Menino desafia médicos e sobrevive a cancro com terapia alternativa

Ficha de leitura nº 7

Unidade: Imunidade e controlo de doenças

Assunto: Menino desafia médicos e sobrevive a cancro com terapia alternativa

Pesquisadora: Carolina Soares, 12º A nº 4

Resumo: Um rapaz de onze anos e com onze tumores, foi submetido a uma alternativa à quimioterapia, a terapia fotodinâmica, deixando-o apenas com um tumor.

Artigo: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5499523-EI238,00-Menino+desafia+medicos+e+sobrevive+a+cancer+com+terapia+alternativa.html

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5499523-EI238,00-Menino+desafia+medicos+e+sobrevive+a+cancer+com+terapia+alternativa.html

Com doença rara, mulher para de respirar sempre que dorme

Ficha de leitura nº 6
Unidade: Imunidade e controlo de doenças
Assunto: Com doença rara, mulher para de respirar sempre que dorme
Pesquisadora: Carolina Soares, 12º A nº 4

Resumo:Uma mulher do Reino Unido sofre de uma doença rara, síndrome de hipoventilação central congénita, que a impede de respirar sempre que dorme.

Artigo: Uma mulher de 24 anos do Reino Unido nunca poderá tirar um cochilo por um capricho ou dormir na casa de amigos pois ela sofre de uma rara doença que a impede de respirar quando adormece. Emma Chell tem a síndrome de hipoventilação central congênita (SCCH ) que é uma falha no reflexo neurológico que controla a respiração. Para dormir ela precisa usar uma espécie de ventilador acoplado em uma máscara que envia ar para seu pulmão.

Emma passou os primeiros dois anos de sua vida no hospital enquanto os médicos tentavam descobrir por que ela de repente parava de respirar. Apenas uma em cada 200 mil crianças nascem com a doença. Emma é uma das 30 doentes com SCCH no Reino Unido, a estimativa que é que exista cerca de 200 pessoas com o mal no mundo, pois a taxa de mortalidade é extremamente alta.

A jovem sofre muito com a doença. Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail ela relatou que sabe que nunca poderá visitar alguns lugares e, caso fique com sono longe de casa, tem que ir embora.

A infância de Emma não foi nada fácil. Quando começou a escola, ela tinha que ter um adulto para acompanhá-la em todos os momentos, tornando difícil para ela se encaixar e fazer amigos. Mas hoje ela já aprendeu a conviver com a doença.

Hoje ela tem um namorado e passa muitas noites ao lado dele. Chris Mason, 29 anos, teve que aprender a dormir ao lado de alguém mascarado. Emma acabou de terminar a faculdade de computação.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5384119-EI238,00-Com+doenca+rara+mulher+para+de+respirar+sempre+que+dorme.html

Doença rara 'transforma' músculos de menina de 4 anos em ossos

Ficha de leitura nº 5
Unidade: Imunidade e controlo de doenças
Assunto: Doença rara 'transforma' músculos de menina de 4 anos em ossos
Pesquisadora: Carolina Soares, 12º A nº 4

Resumo: Uma criança britânica sofre de uma doença rara que transforma os seus músculos em ossos, qualquer pancada no seu corpo pode ser fatal.

Artigo: Solavancos e contusões fazem parte da vida de qualquer criança, mas a britânica Jasmine Sanderson não está entre estes. A menina de apenas 4 anos sofre de um mal que "transforma" seus músculos em ossos. Uma condição genética rara faz com quem seus músculos travem, o que desencadeia dores muito fortes. Se a jovem levar uma pancada na cabeça, pode ser fatal. As informações são do Daily Mail.

Jasmine sofre de Fibrodisplasia Ossificante Progressiva (FOP), uma doença genética rara que causa a formação de ossos no interior dos músculos, tendões, ligamentos e outros tecidos conectivos. O corpo não somente produz muitos ossos, mas um todo um esqueleto "extra", envolvendo o corpo e prendendo a pessoa em uma prisão de ossos.

Os pais da menina precisam tomar muito cuidado porque ferimentos na cabeça podem ser fatais para pessoas com esse tipo de mal. Jasmine começou a vestir uma faixa na cabeça quando a doença foi diagnosticada - e ela tinha apenas 19 meses.

A descoberta
Quando nasceu Jasmine teve um dedo do pé deformado, que é o primeiro sinal da doença. Descobrir a FOP não foi fácil. Só quando ela já tinha um ano seus pais notaram a falta de movimento em seu pescoço. Então, encaminharam a menina ao médico, que inicialmente teve a doença diagnosticada como câncer.

Após meses, o resultado de um teste de DNA revelou a FOP. A mãe da menina relatou como foi ruim a descoberta. "Foi horrível por causa de sua idade. Ela estava apenas começando a andar e eu tinha pavor que ela caísse".

Não há cura para a doença e existem apenas cerca de 700 casos registrado em todo mundo. Hoje Jasmine faz tratamento com água morna na tentativa de fortalecer os músculos. Ela luta para mover o pescoço e levantar os braços, mas, com o tempo, ela pode ficar presa em seu prório corpo.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5303401-EI238,00-Doenca+rara+transforma+musculos+de+menina+de+anos+em+ossos.html

Com rara amnésia, mulher de 32 anos acorda pensando ter 15

Ficha de leitura nº 4
Unidade: Ciência em geral
Assunto: Com rara amnésia, mulher de 32 anos acorda pensando ter 15
Pesquisadora: Carolina Soares, 12º A nº 4

Resumo: Naomi Jacobs foi atingida por um tipo raro de amnésia, possivelmente devido ao stresse. Esta, ao acordar num dia normal, constatou que tinha esquecido 17 anos da sua vida.

Artigo: Ao acordar em um dia normal de 2008, Naomi Jacobs constatou que havia esquecido nada menos que 17 anos de sua vida. Enquanto seu corpo aparentava a idade de uma mulher na meia idade, sua cabeça era de uma adolescente 15 anos. Ela não reconhecia o seu físico e muito menos o filho de 11 anos.

Naomi Jacobs foi atingida por um tipo raro de amnésia. Segundo os médicos, ela sofreu um choque, provavelmente gerado por estresse, no qual seu cérebro se fechou apagando parte de sua vida. "Era como se eu tivesse dormido em 1992 como uma garota atrevida e auto-confiante de 15 anos e acordado como uma mãe solteira de 32 anos", disse ao jornal inglês Daily Mail.

Ao acordar ela ficou chocada com evolução das coisas, Google, You Tube e Facebook eram novidades. Ela relatou que certa vez cuspiu o chá que bebida ao ver seu filho interagindo com a TV, como se fosse um computador. Logo que perdeu suas memórias, Naomi ficou petrificada. "Eu só queria minha mãe. Não conseguia entender ir para a cama numa noite e acordar em outro século", relatou.

Uma das coisas que mais chocou Naomi foi o fato de ter um filho, quando o menino a chamou de mãe ela simplesmente começou a gritar. "Eu não sabia quem ele era, não achava que ele fosse muito mais jovem do que eu, certamente não me lembrava de dar à luz. Mesmo assim, cheguei a conclusão que tinha que construir um novo relacionamento com ele, eu não queria que ele se ficasse confuso", disse.

Recuperação
A recuperação de Naomi foi lenta, as memórias mais recentes voltaram primeiro. O que ajudou muito no tratamento foi o fato de sempre ter guardado revistas e jornais antigos, assim como ter diários de sua infância. Tais registros foram fundamentais para que o cérebro "encontrasse "as memórias.

"Usei meus diários para questionar as decisões que havia tomado na vida - por que eu estudei psicologia, por que era uma mãe solteira - e isso me ajudou a entender e a lembrar", disse Naomi.

Naomi contou com a ajuda do melhor amigo e da irmã, que lhe explicaram fatos da vida atual como a guerra ao terror e os ataques às Torres Gêmeas nos Estados Unidos. Após três anos ela já recuperou a maior parte de sua memória e hoje busca realizar o sonho de escrever um livro.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5269182-EI238,00-Com+rara+amnesia+mulher+de+anos+acorda+pensando+ter.html