quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O caso raro da família sem impressões digitais


Há uma família suíça que tem vindo a intrigar os investigadores. Desde várias gerações que os membros desta família nascem sem impressões digitais, sem nenhuma marca nos dedos, palmas e planta dos pés.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=50409&op=all

Cientistas revelam como células herdam informação que não está nos genes


Uma equipa de investigadores do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), liderada por Lars Jansen, descobriu de que forma a memória da identidade de células especializadas é transmitida entre a célula mãe e as duas células filhas que resultam da divisão celular.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52155&op=all

Descoberta alteração genética responsável pelo cancro do colo-retal hereditário


Uma equipa do Serviço de Genética do Centro de Investigação do Instituto Português de Oncologia do Porto (IPO), liderada por Manuel Teixeira, descobriu uma nova mutação (alteração do DNA) num dos quatro genes que causam “o cancro colo-rectal hereditário sem polipose". Os resultados desta investigação foram recentemente publicados na revista norte-americana «Genetics in Medicine».

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52197&op=all

Português desvenda genoma de rato imune a cancro


Ficha de leitura nº 11
Unidade: Património Genético.
Assunto: Português desvenda genoma de rato imune a cancro.
Pesquisador: Filipe Umbelino, 12º A Nº8

Um investigador português, da Universidade de Liverpool, concluiu o primeiro estudo completo sobre a sequência do genoma do rato-toupeira-nu, descobrindo que este animal possui uma resistência especial a doenças - nomeadamente a cancros - e também parece imune à velhice, podendo vir a contribuir para o estudo do envelhecimento humano.

Segundo o jornal Público, esta investigação envolveu as mais recentes tecnologias de sequenciação genética da Universidade de Liverpool e do Centro de Análise do Genoma de Norwich, ambos no Reino Unido.

A equipa que realizou este estudo foi liderada por João Pedro de Magalhães, um jovem investigador português.

O Heterocephalus glaber, mais conhecido por rato-toupeira-nu, vive cerca de três décadas, quando um rato normal vive apenas quatro anos, e aparentemente é imune a doenças como cancro e sem apresentar, também, sinais de envelhecimento.

Os cientistas estão a analisar o que leva o animal a resistir às doenças o que pode explicar porque motivo alguns seres, nomeadamente os humanos, são mais suscetíveis a doenças como o cancro.

Os resultados estão também a ser disponibilizados à comunidade científica. “O rato-toupeira-nu fascina os cientistas há muitos anos”, sublinha o jovem investigador citado pelo jornal Público.

Geneticista português resolve enigma centenário


Ficha de leitura nº 10
Unidade: Património Genético
Assunto: Geneticista português usou análises morfológicas e genéticas moleculares para distinguir duas espécies muito semelhantes.
Pesquisador: Filipe Umbelino, 12º A Nº8

Uma equipa de cientistas liderada pelo português Agostinho Antunes, investigador do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIMAR) da Universidade do Porto, resolveu um enigma que dura há mais de 140 anos relacionado com a espécie de peixe cabeça-de-cobra. A investigação foi publicada recentemente na revista internacional Plos One.

Desde 1895 que a identidade desta espécie da Índica tropical intrigava os cientistas, por ser muito semelhante a outra do Sudoeste Asiático: a Channa micropeltes. Mas o mistério está agora resolvido: tratam-se de facto de duas espécies distintas.

A equipa de 14 cientistas internacionais, liderada pelo geneticista português Agostinho Antunes, usou análises morfológicas e genéticas moleculares para resolver o problema da identidade do peixe cabeça-de-cobra (Channa diplogramma).

"É assim ressuscitado o peixe cabeça-de-cobra “Channa diplogramma” como espécie distinta. O peixe cabeça-de-cobra constitui uma espécie de elevado interesse económico", refere o cientista Agostinho Antunes, citado pela agência Lusa.

A família "channidae" inclui peixes de água doce muito usados na alimentação na Ásia tropical.

Fertilidade: Dois portugueses vencem prémio mundial


Ficha de leitura nº 9
Unidade: Reprodução humana e manipulação de fertilidade.
Assunto: Dois portugueses recebem prémio mundial com pesquisa sobre aumento da taxa de reprodução em casos de infertilidade.
Pesquisador: Filipe Umbelino, 12º A Nº8

Henrique Almeida e João Luís Silva Carvalho foram distinguidos, no mês de julho, em Estocolmo, com o galardão “Grant For Fertility Innovation”, que atribui um milhão de euros a projetos inovadores sobre medicina da reprodução. Os portugueses são os responsáveis por um projeto que contribui com novos processos para aumentar taxas de reprodução em casais inférteis.

Os dois investigadores da Faculdade de Medicina do Porto e do Centro de Estudos e Tratamento da Infertilidade (CETI) foram distinguidos pelo projeto que desvenda novos mecanismos para aumentar taxas de reprodução em casais inférteis, de acordo o comunicado do prémio “Grant for Fertility Innovation”.

“Ter recebido este prémio é motivo de orgulho para nós e de prestígio para a Faculdade de Medicina do Porto, o CETI e o país. É uma distinção excecional”, referiu o professor João Luís Silva Carvalho, um dos galardoados, à agência Lusa.

Esta bolsa de um milhão de euros associada ao galardão “vai permitir ter os recursos necessários para continuar a desenvolver um projeto de investigação em que estamos muito empenhados e que, no futuro, pode trazer grandes benefícios para o tratamento de muitos casais inférteis”, acrescentou o professor à Lusa.

Melhorar qualidade das células reprodutoras femininas

O trabalho dos dois investigadores ajuda a melhorar a qualidade funcional das células reprodutoras femininas (ovócitos). Desta forma, é possível distinguir aquelas que podem dar origem a embriões de boa qualidade, ou seja, que proporcionem gravidezes.

Atualmente, os ovócitos são selecionados segundo critérios morfológicos, não tendo em conta a capacidade funcional e a qualidade das células, o que tem contribuído para as insatisfatórias taxas de êxito dos tratamentos de fertilidade.

O objetivo do "Grant For Fertility Innovation", da farmacêutica Merck Serono, é de promover o avanço da ciência e investigação médica no campo da fertilidade. Este ano concorreram cerca de 55 projectos de investigação de 14 países de todo o mundo. Os projectos foram seleccionados por um comité científico especialista em fertilidade.

Chocolate reduz doenças cardíacas em um terço.


Ficha de leitura nº 8
Unidade: Imunidade e controlo de doenças.
Assunto: Estudo revela que o chocolate reduz doenças cardíacas em um terço.
Pesquisador: Filipe Umbelino, 12º A Nº 8

O chocolate faz bem ao coração, reduzindo em mais de 30 por cento o risco de doenças cardiovasculares. Foi esta uma das conclusões apresentadas no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, que está a decorer em Paris. O estudo foi também publicado no British Medical Journal.

Uma equipa de investigadores da Universidade de Cambridge descobriu que os produtos feitos à base de cacau podem contribuir para uma redução na ordem dos 37% das doenças cardiovasculares.

Também ao nível dos acidentes vasculares cerebrais se verifica que os pacientes que comem mais chocolate sofrem menos 29% de acidentes vasculares cerebrais (AVC), em comparação com os restantes.

À frente do estudo esteve Oscar Franco, do Reino Unido. O estudo baseou-se na análise de 100 mil pacientes, com e sem doenças cardíacas, comparando aqueles que comiam mais e menos chocolate.

Já não é a primeira vez que se comprovam os benefícios do cacau para problemas associados à pressão arterial e ao fluxo sanguíneo. No entanto, segundo explica a AFP, aquilo que se sabia era ainda muito vago.

Este estudo vem agora comprovar que, de facto, o cacau possui propriedades capazes de reduzir em um terço o risco de doenças cardíacas.

No entanto, os investigadores observam que nem todo o chocolate é benéfico. "O chocolate disponível no mercado é muito calórico e comer demais pode levar a um aumento de peso, ao risco de diabetes e de doenças cardíacas", alertam.