sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Britânica quer doar útero à filha


Ficha de leitura nº 2

Unidade de ensino: Reprodução humana e manipulação de fertilidade

Assunto: Infertelidade






Uma mulher de Nottingham, no Reino Unido, pediu para doar o seu útero à filha, que é infértil devido a um defeito de nascença. Os especialistas estão inseguros acerca do "extremamente complexo" processo, até agora apenas realizado em animais.

A mulher deu uma entrevista, disponível no YouTube, em que fala do seu caso:


Eva Ottonson, de 56 anos é directora de um empresa de iluminação, e quer dar o seu ventre à sua filha de 25 anos, Sara, que não pode ter filhos por ter nascido sem útero, como relata o jornal The Guardian. Se o procedimento for levado a cabo, num hospital na Suécia, Sara poderá conceber e carregar uma criança no mesmo ventre de onde ela própria nasceu.

Apesar da vontade de mãe e filha em realizar a intervenção, colocam-se sérios obstáculos, já que a operação é experimental e apenas foram realizados testes com animais. Apenas alguns ratos nasceram através de um ventre transplantado e muito pouco trabalho foi feito em animais maiores, como porcos, coelhos e macacos.

Se a operação for aprovada e o transplante for feito com sucesso, o útero terá de ser removido dois a três anos depois para evitar complicações médicas e qualquer nascimento teria de ser, obrigatoriamente, por cesariana.


Pesquisador: Miguel Almeida

Fonte:http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1877590&seccao=Sa%FAde

Fumo passivo prejudica fertilidade masculina



Ficha de leitura nº 1
Unidade de ensino: Reprodução humana e manipulação de fertilidade
Assunto: Infertelidade


O fumo passivo prejudica a fertilidade masculina, reduzindo a qualidade do esperma. Além disso, pode provocar mutações na formação dos espermatozóides que têm efeitos genéticos nos filhos, adianta um estudo publicado na revista 'Proceedings of the National Academy of Sciences' (PNAS).


Durante duas semanas, investigadores sujeitaram ratos ao fumo passivo de vários cigarros por dia. Posteriormente, fizeram análises genéticas ao esperma dos roedores e detectaram uma taxa elevada e mutações no processo de formação dos espermatozóides, noticia o El Mundo. "Estas alterações genéticas podem causar modificações irreversíveis no genoma dos descendentes", avisam os peritos no artigo.

Os investigadores lembram que recentemente a Agência Internacional para a Investigação do Cancro avisou que "há provas suficientes para relacionar a exposição paternal ao tabaco com o aumento do risco de cancro nos seus filhos, o que sugere que a exposição ao fumo do cigarro origina mutações nas células reprodutivas que podem passar para a geração seguinte".


Pesquisador: Miguel Almeida

Fonte:http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1916699&seccao=Sa%FAde

Nova vacina contra o vírus da SIDA pode tornar a doença "num mal menor


Ficha de leitura nº 3
Unidade de ensino: Reprodução humana e manipulação da fertilidade
Assunto: vacina contra o vírus da SIDA

O Conselho Superior de Pesquisa Científica de Espanha (CSIC) anunciou uma vacina capaz de provocar uma resposta imunológica contra o vírus da SIDA em 90% dos casos.

A pesquisa, que já está na fase clínica, está a ser testada em humanos, e mostrou que, um ano depois de tomar a vacina, 85% dos voluntários ainda mantinham a imunidade.

"Se tudo der certo, o HIV representará, no futuro, o que o vírus da herpes representa hoje: uma infecção menor que só atinge pessoas com o sistema imunológico debilitado”, afirmou o investigador Mariano Esteban, do Centro Nacional de Biotecnologia da Espanha, vinculado ao CSIC, responsável pelo desenvolvimento da vacina.

"Já provamos que a vacina pode ser preventiva. Em Outubro, vacinaremos pessoas infectadas com HIV", disse Felipe García, do Hospital Clínic de Barcelona, que participou dos testes com os voluntários. Até à, a única vacina contra o HIV que chegou à terceira fase de testes clínicos foi desenvolvida na Tailândia. As duas primeiras fases testam a toxicidade do composto e sua eficácia, e a terceira e a quarta examinam a posologia do medicamento. Como gerou uma defesa de apenas 27%, não pôde ser utilizada na população.

Pesquisadora: Catarina Ribeiro

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/107377-nova-vacina-contra-o-virus-da-sida-pode-tornar-a-doenca-num-mal-menor

Há pílulas que aumentam risco de coágulos sanguíneos

Ficha de leitura nº 2
Unidade de ensino: Reprodução humana e manipulação de fertilidade
Assunto: métodos contraceptivos (pílula)

Algumas pílulas contraceptivas - como a Yaz do laboratório alemão Bayer - parecem aumentar o risco de coágulos sanguíneos em maior proporção que os contraceptivos orais mais antigos, concluiu um estudo da FDA, a agência norte-americana de medicamentos, hoje publicado.

A agência analisou os testes realizados em mais 800 mil mulheres que utilizaram diferentes meios de contracepção entre 2001 e 2007, noticia a AFP.

Nas conclusões preliminares, a FDA estima que as pílulas contraceptivas contenham drospirenona, um tipo de progesterona sintética de nova geração semelhante à hormona natural, que apresenta um risco de formação de coágulos sanguíneos superior em 1,5 vezes comparativamente às pílulas usadas antigamente.

As pílulas Yaz e Yasmin, do laboratório alemão Bayer, que são das mais vendidas, contêm drospirenona combinada com etinilestradiol, uma substância muito comum nos contraceptivos orais.

A FDA constatou também um risco acrescido de coágulo sanguíneo com a utilização do adesivo contraceptivo Ortho Evra, de uso semanal, da Johnson and Johnson, e do anel vaginal contraceptivo NuvaRing, do laboratório Merck, de uso mensal.


Pesquisador: Catarina Ribeiro

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2086637&seccao=Sa%FAde

Homens que comem alimentos “não saudáveis” têm maior probabilidade de serem inférteis


Ficha de leitura nº 2
Unidade de ensino: Reprodução Humana e manipulação de fertilidade
Conteúdo/Assunto: Infertilidade

Jovens que esperam um dia se tornar pais devem cortar os lanches e alimentos considerados “não saudáveis”. Cientistas descobriram que os homens que abusam de pizza, batatas fritas e lanches podem se tornar inférteis.
Segundo os médicos da Universidade Harvard e da Universidade de Murcia, a nutrição pode ter um impacto direto sobre o sistema reprodutivo masculino.


Pesquisador: Daniela Carvalho


Fonte : http://www.sjtresidencia.com.br/invivo/?p=47777


Depois de analisar o esperma de homens com idade entre 18 e 22 anos, os pesquisadores descobriram que eles tinham uma dieta rica em gorduras trans – um ingrediente encontrado na maioria dos alimentos processados – e que por isso estavam em maior risco de infertilidade.

Antes de participar do estudo, todos os 188 voluntários do sexo masculino foram avaliados para garantir que outros fatores da saúde não poderiam afetar a qualidade do esperma.

Questionários alimentícios foram concluídos, e as dietas dos participantes foram colocados em duas categorias: “ocidental” – uma dieta rica em carne vermelha, carboidratos refinados, doces e bebidas energéticas – e “prudente” – uma dieta rica em peixes, frutas, verduras e grãos integrais.

Testes de sêmen foram então conduzidos para avaliar o movimento de concentração de espermatozóides e forma dos mesmos.

Ter uma dieta saudável foi associado com o movimento maior de espermatozóides, enquanto o esperma dos homens com dietas pobres foram associados para serem menos propensos a sobreviver à jornada para fertilizar um óvulo.

O principal autor do estudo Audrey Gaskins, disse que a principal conclusão geral do trabalho é que uma dieta saudável parece ser benéfica para a qualidade do sêmen.

- Especificamente, uma dieta saudável composta de uma maior ingestão de peixes, frutas frescas, grãos integrais, legumes e verduras parece melhorar a motilidade dos espermatozóides, o que significa um maior número de espermatozóides que realmente se movem, ao invés de ficarem parados.

Um segundo estudo que trabalhou com 100 voluntários do sexo masculino liderado por Jorge Chavarro, da Escola de Saúde Pública de Harvard, revelou que uma dieta rica em gordura trans tinham níveis mais baixos de concentração de espermatozóides.

Gaskins disse no entanto, que apesar dos resultados é necessário mais trabalho para explorar a correlação exata entre nutrição e fertilidade.

- Este foi um estudo pequeno, e não sabemos se há algo a mais sobre os homens que faz com que eles possuam pior mobilidade. Nós não sabemos se a nutrição realmente provoca a mudança. Assim, por agora tudo o que podemos dizer é que há uma associação entre a nutrição e a qualidade do esperma.

Edward Kim, presidente da Sociedade de Reprodução Masculina e Urologia afirmou que ainda está explorando o impacto da nutrição sobre a fertilidade masculina, mas mesmo estes estudos iniciais apontam para uma ligação entre uma boa dieta e saúde reprodutiva para homens.

Fertilização in vitro pode Aumentar Riscos de Sindromes

Ficha de Leitura nº3
Unidade de Ensino : Reprodução Humana e Manipulação da fertilidade
Assunto/Conteúdo: Fiv (Fertilização in vitro) / síndrome de Down
Pesquisador: Ana Rita Rito


Estudo indica que mulhres acima de 35 anos submetidas a fertilização in vitro têm mais chance de gerar bebês com anomalias

O uso de medicamentos para a fertilização in vitro aumenta a chance de mulheres acima dos 35 anos terem bebês com Síndrome de Down: é o que defende Alan Handyside, diretor da The London Bridge Fertilit, Ginecologia e Centro de Genética, em estudo recente. A pesquisa, divulgada nesta segunda (4) no jornal Daily Mail, reuniu cientistas de oito países que analisaram 100 ovos com cromossomos anormais de 34 mulheres submetidas a fertilização in vitro (FIV).

Os especialistas constataram que as fortes substâncias usadas para aumentar o número de ovos podem levar a problemas de desenvolvimento do embrião e desencadear o aparecimento de cromossomos anormais nos ovos produzidos. No entanto, outros especialistas foram cautelosos em relação aos resultados. Tony Rutherford, presidente da British Fertility Society, afirma que muitas clínicas estavam usando doses desnecessariamente altas de medicamentos de fertilidade para conseguir mais ovos.

Handyside disse que a pesquisa permite o desenvolvimento de melhores estratégias clínicas para reduzir a a incidência de erros nos cromossomos de mulheres mais velhas que recorrem a FIV para engravidar. Os resultados serão apresentados hoje na conferência anual da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, em Estocolmo, na Suécia.

Fonte:

http://saude.terra.com.br/noticias/0,,OI5222140-EI16561,00-Fertilizacao+in+vitro+pode+aumentar+riscos+de+sindromes.html

Maioria das mulheres perde quase 90% dos óvulos até os 30 anos

Ficha de leitura nº 2
Unidade de ensino: Reprodução Humana e manipulação da fertilidade
Conteúdo/Assunto: perda de óvulos devido a idade
Pesquisador: Ana Rita Rito




Um estudo das Universidades de St. Andrews e de Edimburgo, na Escócia, mostrou que por volta dos 30 anos a maioria das mulheres já perdeu quase 90% de seus óvulos.

Pela primeira vez uma pesquisa conseguiu avaliar o declínio da "reserva dos ovários", o número em potencial de óvulos com que uma mulher nasce e que pode produzir até a menopausa, por volta dos 50 anos.

A nova pesquisa fornece mais provas para a teoria que afirma que mulheres nascem com um número fixo de óvulos e este número vai diminuindo com a idade.

"Os modelos anteriores analisaram o declínio na reserva dos ovários, mas não analisaram a dinâmica desta reserva a partir da concepção", afirmou um dos pesquisadores, Tom Kelsey, da Escola de Ciências de Computação da Universidade de St. Andrews.

"Nosso modelo mostra que, para 95% das mulheres, na idade de 30 anos apenas 12% da sua reserva máxima dos ovários ainda está presente, e na idade de 40 anos, resta apenas 3% desta reserva", disse.


Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/01/100128_reservaovulosestudofn.shtml


Maioria das mulheres perde quase 90% dos óvulos até os 30 anos

Um estudo das Universidades de St. Andrews e de Edimburgo, na Escócia, mostrou que por volta dos 30 anos a maioria das mulheres já perdeu quase 90% de seus óvulos.

Pela primeira vez uma pesquisa conseguiu avaliar o declínio da "reserva dos ovários", o número em potencial de óvulos com que uma mulher nasce e que pode produzir até a menopausa, por volta dos 50 anos.

A nova pesquisa fornece mais provas para a teoria que afirma que mulheres nascem com um número fixo de óvulos e este número vai diminuindo com a idade.

"Os modelos anteriores analisaram o declínio na reserva dos ovários, mas não analisaram a dinâmica desta reserva a partir da concepção", afirmou um dos pesquisadores, Tom Kelsey, da Escola de Ciências de Computação da Universidade de St. Andrews.

"Nosso modelo mostra que, para 95% das mulheres, na idade de 30 anos apenas 12% da sua reserva máxima dos ovários ainda está presente, e na idade de 40 anos, resta apenas 3% desta reserva", disse.


Diferenças

O estudo coletou informações de 325 mulheres na Grã-Bretanha, Estados Unidos e Europa em idades diferentes e avaliou suas reservas de óvulos.

Segundo os pesquisadores, pode existir uma enorme diferença na quantidade de óvulos produzida por cada mulher. Algumas mulheres apresentam mais de dois milhões de óvulos em suas reservas enquanto outras, destinadas a iniciarem a menopausa mais cedo, têm apenas 35 mil óvulos.

A maioria das mulheres que atingem a menopausa em uma média de idade considerada normal, por volta dos 50 anos, apresentam uma reserva de 295 mil óvulos em cada ovário quando nascem.

Hamish Wallace, do Hospital de Edimburgo para Crianças Doentes e outro autor da pesquisa, afirmou que o estudo poderá ajudar a prever quais mulheres passarão mais cedo pela menopausa e quando é necessário congelar óvulos de mulheres que sofrem de câncer no ovário.

"Uma melhor compreensão da dinâmica da reserva do ovário vai nos ajudar a prever quais crianças e jovens, que passaram por tratamento de câncer, têm um risco maior de menopausa precoce. Estes pacientes poderão se beneficiar ao congelar seus óvulos antes do tratamento de câncer", afirmou.