Ficha de leitura nº 2 Unidade de ensino: Reprodução humana e manipulação de fertilidade Assunto: Infertelidade Uma mulher de Nottingham, no Reino Unido, pediu para doar o seu útero à filha, que é infértil devido a um defeito de nascença. Os especialistas estão inseguros acerca do "extremamente complexo" processo, até agora apenas realizado em animais. A mulher deu uma entrevista, disponível no YouTube, em que fala do seu caso: Eva Ottonson, de 56 anos é directora de um empresa de iluminação, e quer dar o seu ventre à sua filha de 25 anos, Sara, que não pode ter filhos por ter nascido sem útero, como relata o jornal The Guardian. Se o procedimento for levado a cabo, num hospital na Suécia, Sara poderá conceber e carregar uma criança no mesmo ventre de onde ela própria nasceu. Apesar da vontade de mãe e filha em realizar a intervenção, colocam-se sérios obstáculos, já que a operação é experimental e apenas foram realizados testes com animais. Apenas alguns ratos nasceram através de um ventre transplantado e muito pouco trabalho foi feito em animais maiores, como porcos, coelhos e macacos. Se a operação for aprovada e o transplante for feito com sucesso, o útero terá de ser removido dois a três anos depois para evitar complicações médicas e qualquer nascimento teria de ser, obrigatoriamente, por cesariana. Pesquisador: Miguel Almeida Fonte:http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1877590&seccao=Sa%FAde |
A pesquisa, que já está na fase clínica, está a ser testada em humanos, e mostrou que, um ano depois de tomar a vacina, 85% dos voluntários ainda mantinham a imunidade.
"Se tudo der certo, o HIV representará, no futuro, o que o vírus da herpes representa hoje: uma infecção menor que só atinge pessoas com o sistema imunológico debilitado”, afirmou o investigador Mariano Esteban, do Centro Nacional de Biotecnologia da Espanha, vinculado ao CSIC, responsável pelo desenvolvimento da vacina.
"Já provamos que a vacina pode ser preventiva. Em Outubro, vacinaremos pessoas infectadas com HIV", disse Felipe García, do Hospital Clínic de Barcelona, que participou dos testes com os voluntários. Até à, a única vacina contra o HIV que chegou à terceira fase de testes clínicos foi desenvolvida na Tailândia. As duas primeiras fases testam a toxicidade do composto e sua eficácia, e a terceira e a quarta examinam a posologia do medicamento. Como gerou uma defesa de apenas 27%, não pôde ser utilizada na população.
Pesquisadora: Catarina Ribeiro
Fonte: http://www.destak.pt/artigo/107377-nova-vacina-contra-o-virus-da-sida-pode-tornar-a-doenca-num-mal-menor

