quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

IST estreia laboratório de medicina regenerativa


Ficha de leitura nº 7
Undiade: Imunidade e controlo de doenças.
Assunto: Instituto Superior Técnico estreia laboratório de medicina regenerativa e ''ganha'' uma nova especialidade na terapia celular.
Pesquisador: Filipe Umbelino, 12º A Nº 8

O Instituto Superior Técnico inaugura, esta terça-feira, um novo laboratório de Bioengenharia de Células Estaminais e Medicina Regenerativa. O objetivo deste espaço vai centrar-se na investigação em torno das células estaminais e sua integração com a medicina regenerativa. O laboratório, localizado no Taguspark, será o único em Portugal com esta especialidade.

O que o novo espaço de investigação vai fazer é aplicar "os princípios da Engenharia a problemas clínicos e a sistemas biomédicos", conseguindo uma inovação "nos domínios avançados da Medicina, da Biotecnologia, e das Nanociências e Nanotecnologias do século XXI".

Entre as atividades que o laboratório vai desenvolver destaca-se a terapia celular com células estaminais, terapia genética com elementos não-virais como o DNA e a cultura ex-vivo de células estaminais em larga escala, lê-se no comunicado do Instituto Superior Técnico.

No laboratório vão trabalhar 40 pessoas. O diretor do IBB explicou à Lusa que a equipa irá dividir-se entre 12 alunos de mestrado, oito alunos de doutoramento, oito de pós-doutoramento, quatro investigadores, auxiliares e ainda três professores.

Novos conhecimentos sobre e esclerose múltipla

Com esta aposta, Portugal ganha "uma especialidade única", não só no país, mas também na Europa.

“Estamos envolvidos num projeto europeu relacionado com células neuronais e somos o único grupo nesse projeto que faz a multiplicação de células estaminais neuronais. Em conjunto com a Universidade de Bona estamos a investigar para multiplicar células que sejam utilizadas no tratamento de Parkinson e esclerose múltipla”, esclareceu Joaquim Sampaio Cabral à Lusa.

Este laboratório é um desenvolvimento do já anteriormente existente laboratório de Bioengenharia de Células Estaminais. Até ao momento o antigo espaço tinha já conseguido tratar pessoas que se encontravam na Unidade de Transplante de Medula Óssea do IPO de Lisboa.

O responsável por esta unidade, que está hoje presente na inauguração, garante que o laboratório “é bastante solicitado por diversas entidades hospitalares”, diz a Lusa.

São exemplos disso, o Hospital de Santa Marta (serviço de cardiologia para tratamento de doentes com enfartes do miocárdio), Hospital de Garcia da Horta (serviço de urologia para tratamento da incontinência urinária) e o Hospital Egas Moniz (serviço de ortopedia para tratamento na zona da cartilagem articular).

A cerimónia de inauguração conta com a presença de Joaquim Sampaio Cabral, o diretor do Instituto de Biotecnologia e Bioengenharia, no qual se integra o novo laboratório, assim como o presidente do IST, o Diretor do Serviço de Transplantação de Medula Óssea do IPO de Lisboa e Fernando Ulrich, Presidente do BPI, que está a colaborar com o IST.

Fonte: http://www.boasnoticias.pt/noticias_IST-estreia-laborat%C3%B3rio-de-medicina-regenerativa_8092.html

Folha do cardo pode ser usada no combate ao cancro.




Ficha de leitura nº 6
Unidade: Imunidade e controlo de doenças.
Assunto: Folhas do cardo podem ter efeitos anti-tumorais.
Pesquisador: Filipe Umbelino, 12º A Nº8

Investigadores portugueses estão a estudar a possibilidade de o cardo - planta usada para fazer queijo - ter propriedades anti-tumorais. Até agora ainda são apenas hipóteses, mas caso se confirmem as folhas do cardo podem vir a ser usadas no tratamento de dois tipos de cancro geralmente fatais, um da mama e outro do fígado.

Os estudos vêm a ser feitos desde 2008 por uma equipa do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Baixo Alentejo e Litoral (CEBAL), situado em Beja. Os investigadores têm analisado os extratos naturais de várias partes da planta e já conseguiram perceber que os extratos da folha são os mais ativos e têm mais potencialidades fisioterapêuticas, ou seja eficazes no tratamento de doenças, explicou à Lusa a líder do estudo, Fátima Duarte.

A investigação baseou-se na medicina popular, nos relatos que sugerem o uso do cardo em mezinhas e infusões para tratar problemas digestivos. O que estes investigadores descobriram foi que as folhas do cardo podem igualmente ser eficazes no tratamento de dois tipos de cancro raros da mama e do fígado.

O cancro da mama em questão é fatal em quase 100 por cento dos casos e as terapias que existem são "pouco eficientes", disse a especialista à Lusa. O cancro do fígado que está a ser analisado é o hepatocarcinoma humano, também fatal.

Até agora os cientistas verificaram que a folha do cardo parece ser mais eficaz no tipo de cancro da mama, mas no outro os resultados também podem vir a ser promissores.

Para comprovar a eficácia a equipa precisa de realizar ensaios in vitro em ratos de laboratório. No entanto, antes disso, ainda há vários passos a percorrer.

Sabe-se que o extrato da folha "consegue bloquear e reduzir muito significativamente a proliferação das células tumorais", cita a Lusa. Agora os investigadores estão a identificar e caracterizar quimicamente os compostos do extrato, de forma a perceberem quais os que têm potencial anti-tumoral. Pretendem ainda saber se o extrato "consegue influenciar a mobilidade das células tumorais", fenómeno relacionado com a criação de metástases.

A investigação está a ser financiada por fundos comunitários e espera, dentro de quatro ou cinco anos, ter informação suficiente para avançar com os ensaios in vitro.

Fonte: http://www.boasnoticias.pt/noticias_Folha-do-cardo-pode-ser-usada-no-combate-ao-cancro_8253.html

Portugueses estudam formas de vencer ácaro-aranha


Ficha de leitura nº 5
Unidade: Produção de alimentos e sustentabilidade.
Assunto: Portugueses estudam formas de vencer ácaro-aranha
Pesquisador: Filipe Umbelino, 12º A Nº 5

Dois cientistas portugueses participaram nos estudos que identificaram os genes da espécie ácaro-aranha, que representa uma praga agrícola mundial. O objetivo do estudo, publicado na revista Nature
, é perceber como é que estes insetos conseguem vencer as defesas das plantas e tentar evitar a destruição de culturas.

A investigação envolve 55 investigadores de várias áreas, de 10 países, e entre eles estão os portugueses Élio Sucena e Sara Magalhães. O estudo aborda os "truques da flexibilidade alimentar do ácaro-aranha, Tetranychus urticae, através do estudo do seu genoma".

Esta espécie de aranha alimenta-se de mais de mil plantas diferentes, 150 das quais, são utilizadas na alimentação humana, como o milho, o tomate, o pepino ou os citrinos.

A ácaro-aranha tem um efeito destruidor nas culturas agrícolas, uma vez que consegue "iludir" as defesas destes alimentos contra os seus agressores, sendo responsável por milhões de euros de prejuízos nas colheitas.

O trabalho dos investigadores portugueses

Élio Sucena, investigador do Instituto Gulbenkian de Ciência e professor no Departamento de Biologia Animal da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e Sara Magalhães, investigadora do Centro de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, fazem parte da equipa que sequenciou o genoma do ácaro-aranha.

"O estudo agora publicado consegue a sequenciação e anotação do genoma do ácaro aranha, que é uma praga agrícola a nível mundial e em Portugal também, de norte a sul do país", explicou à agência Lusa, Élio Sucena.

De acordo com o investigador, os genes comandam várias áreas e existem para que o organismo se desenvolva, para que responda a ataques de microrganismos, a alterações da temperatura, para que o organismo possa explorar uma determinada dieta.

Para Élio Sucena, esta é a praga "mais flexível no tipo de plantas que ataca. Estão descritas interações, neste caso negativas, com mais de mil plantas diferentes, como maior parte de culturas agrícolas relevantes para a alimentação humana, como todas as culturas de estufa, tomate pepino, feijão, citrinos", adiantou.

Por seu lado, a investigadora Sara Magalhães referiu que "uma das grandes questões é como é que um só ácaro consegue vencer as defesas de plantas tão diferentes" como o pepino, o tomate ou o pimento.

"Se conseguirmos saber como ele faz isso, conseguimos eventualmente no futuro silenciar esses genes e fazer com que se torne mais suscetível a essas defesas", explicou a investigadora.

Agricultura transgénica VS Biológica


Para enfrentar os ácaros e evitar que destruam as culturas "ou se modificam as plantas das quais se alimentam, usando plantas transgénicas, ou através da utilização de ácaros transgénicos que conseguiriam suplantar os tradicionais que atacam as plantas", adiantou Sara Magalhães.

Em todo o estudo a especialista destaca algo curioso: "na agricultura biológica, o ácaro não é um problema porque existem muitos inimigos naturais que se alimentam dele, que não cresce a níveis preocupantes, do ponto de vista económico".

Fonte: http://www.boasnoticias.pt/noticias_Portugueses-estudam-formas-de-vencer-%C3%A1caro-aranha-_9025.html

Investigadores desvendam genoma da peste negra.

Ficha de leitura nº 4
Unidade: Imundiade e controlo de doenças.
Assunto: Desvendado o genoma da peste negra.
Pesquisador: Filipe Umbelino, 12º A Nº 8

Uma equipa de investigadores conseguiu descodificar o genoma da Peste Negra, doença que matou milhões de pessoas no passado. Esta foi a primeira vez que um genoma tão antigo foi reconstruído e pode significar um novo passo no conhecimento das doenças infecciosas modernas.

O estudo foi publicado na revista Nature e vai permitir aos investigadores traçar uma nova linha na evolução patogénica dos vírus, ao longo da história. Os resultados do trabalho de investigação indicam que a bactéria responsável pela Peste Negra foi uma variante da Yersinia pestis.

Entre 1347 e 1351 morreram 50 milhões de pessoas, devido ao vírus da peste. Hoje em dia, continuam a morrer perto de duas mil por ano atingidas pela doença, mas a grande questão para os investigadores é descobrir o que causou o enorme surto naquele período.

O estudo conduzido pela Universidade de Hamilton, Ont., e pela University of Tubingen, na Alemanha, usou um novo método que retira pequenos fragmentos de ADN degradado do agente causador da doença. Os investigadores analisaram mais de 100 restos mortais de vítimas da peste, enterrados em Londres.

"Reconstruímos, metodologicamente, uma máquina do tempo para voltar ao passado e ter acesso às doenças da população ancestral, o que é algo que nunca tínhamos podido fazer antes", cita a CBC News o geneticista Hendrik Poinar, diretor do McMaster Ancient ADN Centre.

"Este genoma mostra que a bactéria, ou variante, é o ancestral de todas as pragas modernas que existem hoje em dia", explicou o geneticista ao Science Daily. Poinar acredita que esta descoberta inicia uma nova era na investigação das doenças infecciosas.

Algo que se torna especialmente relevante se pensarmos que, atualmente, ainda morrem todos os anos duas mil pessoas com a peste bubónica. Os investigadores descobriram que nos últimos 660 anos se registaram muito poucas alterações do genoma da bactéria, mas essas alterações podem ser responsáveis pelo elevado surto que se registou no século XIV.

O próximo passo dos cientistas vai ser procurar as razões que tornaram a crise tão mortífera.

Cegueira: Português lidera terapia inédita


Ficha de leitura nº 3
Unidade: Imunidade e controlo de doenças/Património Genético
Assunto: Terapia inédita liderada por um português que tem como objetivo tratar um tipo de cegueira conhecida como coroideremia.
Pesquisador: Filipe Umbelino, 12º A Nº 8

Um grupo de investigação da Universidade de Oxford, Inglaterra, desenvolveu uma terapia genética inédita para tratar um tipo de cegueira conhecida como coroideremia. Miguel Seabra, professor da Universidade Nova de Lisboa, liderou o trabalho pré-clínico que antecedeu a identificação do gene que causa a doença ocular, avança o portal Ciência Hoje.

A coroideremia é uma doença que resulta de uma degeneração progressiva da retina, que afeta sobretudo homens. O diagnóstico é geralmente feito na infância, levando à cegueira quando os pacientes atingem a meia-idade.

A técnica que está a agora a ser testada, começou a ser desenvolvida por uma equipa liderada por Miguel Seabra há cerca de 20 anos em Londres. Pela primeira vez, os cientistas tentaram compensar um problema genético nas células que captam a luz, posicionadas na parte posterior do olho, injetando cópias de genes saudáveis.

O primeiro paciente a receber o tratamento foi um advogado de Bristol, Jonathan Wyatt, de 63 anos. Segundo explicou Miguel Seabra ao Ciência Hoje, a operação – que consiste na injeção de um vírus terapêutico que transporta o gene saudável – correu bem mas o processo de cura é lento e será preciso esperar dois anos para ter garantias de sucesso total. Para além deste primeiro doente, mais 11 pessoas serão submetidas, nos próximos meses, ao tratamento.

Uma vez que esta doença é detetada na infância, Robert MacLaren, professor de Oftalmologia na Universidade de Oxford que lidera o ensaio clínico, disse em comunicado esperar que se possa tratar os doentes mais cedo, antes de começarem a perder a visão. Por outro lado, diz o médico, esta técnica abre caminho para o tratamento de outras causas genéticas de cegueira.

Jonathan Wyatt via normalmente até os 19 anos, quando começou a notar que tinha a visão reduzida em ambientes escuros. Os médicos disseram que a sua visão iria piorar e que ele poderia ficar cego.

Há dez anos, Wyatt começou a ter dificuldades para ler declarações durante julgamentos, em salas com menos iluminação, e acabou por abandonar a profissão. Segundo disse à BBC, o advogado espera que o tratamento permita que ele continue a sua profissão.

Sangue artificial poderá ser usado na próxima década.


Ficha de leitura nº 2
Unidade: Imunidade e controlo de doenças.
Assunto: Sangue artificial poderá ser usado na próxima década.
Pesquisador: Filipe Umbelino, 12º A Nº 8

Cientistas do Reino Unido pretendem começar ensaios clínicos com sangue artificial criado a partir de células estaminais adultas dentro de dois ou três anos. Os investigadores acreditam que durante a próxima década este poderá mesmo vir a ser utilizado rotineiramente em situações em que não exista sangue verdadeiro disponível.
Embora não seja um substituto perfeito e, consequentemente, os médicos não possam usá-lo em todo o tipo de intervenções, o sangue produzido a partir de células estaminais pode contribuir, por exemplo, para evitar riscos de infeções, como hepatite A e C, durante transfusões.
Além disso, de acordo com os especialistas, a utilização do sangue artificial poderá revolucionar os tratamentos em ambulâncias, zonas de guerra ou de catástrofe e contribuir para salvar vidas em regiões onde não haja bancos de sangue.
Uma das grandes vantagens da produção de sangue artificial é que é possível definir o seu tipo, o que permite que se produza em grande quantidade sangue do tipo O- (O negativo), que é pouco frequente (apenas cerca de 7% da população o produz) mas pode ser usado em mais de 98% dos pacientes.

Uma investigação ampla.

As hipóteses que os cientistas têm estudado são diversas. Segundo o jornal The Telegraph, uma equipa da Universidade de Edimburgo desenvolveu um método que permite retirar células estaminais adultas da medula óssea e produzir em laboratório, a partir delas, células com um comportamento idêntico ao dos glóbulos vermelhos.
Já investigadores da Universidade Essex propõem uma solução mais radical que não exigiria a existência de glóbulos vermelhos e que acreditam que poderá ser aperfeiçoada nos próximos cinco a dez anos.
O método em questão passaria pelo desenvolvimento de uma alternativa totalmente artificial ao sangue, capaz de cumprir as mesmas funções chave e que poderia ser usada com segurança em pacientes de qualquer tipo sanguíneo.

Atualmente, um substituto artificial do sangue baseado no sangue das vacas e desenvolvido nos EUA já se encontra autorizado na Rússia e na África do Sul, mas tem sido considerado pouco seguro depois de alguns testes terem demonstrado que aumenta o risco de enfarte, outros problemas cardíacos e pancreatite.

Dois em cada três casos de aneurisma estão ligados ao tabagismo

Ficha nº15
Assunto:Dois em cada três casos de aneurisma estão ligados ao tabagismo
Pesquisador: Vanessa

Fonte:http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/12/15/dois-em-cada-tres-casos-de-aneurisma-estao-ligados-ao-tabagismo.jhtm

Levantamento inédito realizado pelo serviço de neurocirurgia do Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo (antigo hospital estadual Brigadeiro), unidade da Secretaria de Estado da Saúde na capital paulista, mostra que nos últimos dois anos, 62% dos usuários que tiveram aneurismas cerebrais fumavam regularmente.

A pesquisa também aponta que 80% dos pacientes submetidos à microcirurgia são do sexo feminino e têm entre 40 e 60 anos. No total foram analisados 250 casos. A unidade atende, em média, mil pessoas por ano com a doença.

O cigarro é capaz de “destruir” a proteína fibrosa e elástica, chamada de elastina, encontrada na parede dos vasos sanguíneos. Por isso, facilita a ocorrência de um aneurisma, que ocorre quando há dilatação anormal de uma artéria do cérebro. É o sangramento causado pelo rompimento deste vaso que pode levar o paciente à morte.

O estudo confirma que os tabagistas estão até 10 vezes mais propensos a apresentarem hemorragias cerebrais causadas por aneurismas. Além disso, o fumo está diretamente ligado ao surgimento de novos casos em pacientes que já trataram ou ainda enfrentam o problema.

“São dados alarmantes, que refletem como o cigarro pode ser danoso à saúde, causando, além de aneurismas, câncer, enfisemas pulmonares e infarto do miocárdio”, diz o médico coordenador do serviço de neurocirurgia vascular, Sérgio Tadeu Fernandes.

Para tratar o aneurisma é necessária intervenção cirúrgica. Na embolização endovascular, técnica minimamente invasiva, o paciente é operado com um pequeno furo feito, geralmente, próximo à virilha. Através desta incisão, entra o material cirúrgico que percorre os vasos do paciente, até o local exato do aneurisma, para preencher o espaço rompido. Há casos, porém, que ainda precisam ser tratados pelo modo convencional, em que há abertura do crânio.

“A doença é silenciosa e apresenta poucos sintomas. Os mais comuns são fortes dores de cabeça. O diagnóstico e o tratamento precoces aumentam as chances de sobrevivência do doente”, destaca o neurocirurgião.

No Hospital de Transplantes são feitas em torno de 20 neurocirurgias micro e endovascular por mês. O Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo fica na avenida Brigadeiro Luís Antonio, 2.651, no Jardim Paulista, e atende pacientes encaminhados pelas unidades básicas de saúde.