quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Menino chinês tem olhos que brilham no escuro




Ficha de leitura nº4

Unidade: Patrimonio genético
Assunto: olhos que brilham no escuro


Menino chinês tem olhos que brilham no escuro e conseguem ver bem na ausência de luz. O caso intriga os médicos. Estes dizem que a luz que os olhos da criança emitem assemelha-os aos de um gato.

Uma anomalia pouco comum está a intrigar os médicos chineses que seguem o jovem Nong Youhui. O rapaz nasceu com olhos azuis – o que é muito raro entre os chineses – e uma incrível capacidade de ver no escuro. O mais curioso e inexplicável é que os olhos do menino são como olhos de gato, pois brilham no escuro e emitem uma luz azul esverdeada se lhes for apontada uma lanterna, por exemplo.

O pai de Nong disse que, quando a criança era mais pequena, os médicos garantiram que os olhos do filho se tornariam escuros, como o de qualquer outro chinês, no entanto a criança cresceu e a sua diferença não se esvaneceu. O grande problema, para Nong Youhui, tem a ver com situações em que a luz é muito forte, pois os olhos azuis dele bloqueiam pouca luminosidade. O caso vem sendo estudado há anos, mas ainda não há respostas concretas por parte dos especialistas. À volta do criança já surgiram olhares e vozes supersticiosas e maldizentes, há até quem o chame de extraterrestre híbrido.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Xfs0R-7cS_s


Fonte:http://tvnet.sapo.pt/noticias/detalhes.php?id=70541


Pesquisadora: Catarina Ribeiro

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

T-shirt que regista frequência cardíaca já está disponível para bebés

Ficha de leitura nº8
Unidade: Imunidade e controlo de doenças
Pesquisadora: Alexandra Esteves
Conteúdo/Assunto: Problemas cardiovasculares/ T-shirt que regista frequência cardíaca
 
 A Biodevices, empresa portuguesa que comercializa uma t-shirt que permite o registo contínuo do ritmo e da frequência cardíaca, está a estudar a utilização da Vital Jacket em bebés e crianças até aos nove anos, em ambulatório.
A camisola – a Vital Jacket Babygrow – está já a ser utilizada pelo serviço de cardiologia pediátrica do Hospital de S.João. “Como o nome indica, é um babygrow que incorpora um registador pequeno e leve no bolso lateral e que não tem cabos nem obriga ao uso da cinta a segurar o registador, como nos holters tradicionais. Tudo isto sem prejuízo para o conforto do bebé nem para a qualidade do sinal”, explicou ao Dinheiro Vivo Catarina Ricca, directora de marketing da Biodevices.
A Vital Jacket é uma espécie de electrocardiograma, que pode ser vestido e estar ligado durante as 24 horas do dia.
A t-shirt foi reconhecida em 2009 como dispositivo médico, estando já certificada na Europa e Brasil – está já a ser constituída a Biodevices Brasil –e prepara-se para chegar ao mercado norte-americano.
Para além de poder ser aplicada para a cardiologia pura, como método de diagnóstico, a Vital Jacket pode funcionar como sistema de reabilitação cardíaca. Pode também ser usada na medicina do trabalho, para monitorizar profissões de risco ou trabalhadores com risco cardiovascular – ou até na medicina desportiva.
É no desporto, aliás, que está o próximo passo da Biodevices. A empresa está a apresentar a sua t-shirt a vários clubes desportivos, propondo-se a monitorizar o stress da equipa técnica ou até o processo de treino dos jogadores.
Hoje, a Biodevices exporta milhares de t-shirts por ano, para todo o mundo. Ainda assim, o seu preço ainda é proibitivo para muitas bolsas: a partir de €500 (R$ 1.130).
 


OMS preocupada com o vírus mutante da gripe das aves

Ficha de leitura nº3
Unidade: Controlo e imunidade de doenças
Assunto: vírus mutante da gripe das aves

A Organização Mundial de Saúde (OMS) manifestou-se hoje "profundamente preocupada" com as pesquisas realizadas em laboratório sobre um vírus mutante da gripe das aves H5N1.

O laboratório holandês liderado por Ron Fouchier no centro médico universitário Erasmus de Roterdão anunciou em Setembro ter criado uma mutação do vírus H5N1 potencialmente capaz, pela primeira vez, de se transmitir facilmente entre mamíferos e potencialmente entre humanos.

A Universidade do Wisconsin, nos Estados Unidos, também realizou um trabalho sobre o mesmo vírus, com as duas pesquisas a serem financiadas pelos institutos nacionais americanos da saúde (NHI).

"A OMS toma nota de que" estes anúncios "suscitaram preocupações sobre eventuais riscos e más utilizações associadas a estas pesquisas", indica a organização em comunicado.

A OMS "está também profundamente preocupada com as eventuais consequências negativas" de tais trabalhos, acrescenta a nota.

A mesma organização defende ainda que "os estudos desenvolvidos em condições apropriadas deverão continuar" a fim de se conseguirem os conhecimentos "necessários para reduzir os riscos associados ao vírus H5N1".


Pesquisadora: Catarina Ribeiro

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2214674&seccao=Sa%FAde

Algas podem ser alternativa ao carvão e petróleo

Ficha de leitura nº 2
Unidade: Preservar e recuperar o meio ambiente
Assunto: biocombustível

Peritos creem que as algas têm um enorme potencial como biocombustível, alternativo aos combustíveis fósseis como o carvão e o petróleo, mais poluentes, ao desvendarem o segredo da transformação do seu açúcar em energia.

Os resultados da investigação, a cargo de especialistas da empresa Bio Architecture Lab, nos Estados Unidos, são divulgados num artigo a publicar na sexta-feira na revista científica Science, noticia a AFP.

As algas são vistas pelos peritos como opção apelativa para a produção de biocombustível porque, ao contrário do milho e da cana-de-açúcar, crescem no mar e, por isso, não interferem com as colheitas agrícolas.

Menos de três por cento das águas costeiras no mundo conseguem produzir algas suficientes para substituir cerca de 60 mil milhões de galões de combustível fóssil, segundo o artigo da revista Science.

No pico de produção, as algas podem gerar anualmente 19 mil litros de biocombustível, ou seja, duas vezes mais a quantidade de etanol extraída da cana-de-açúcar e cinco vezes mais o etanol produzido a partir do milho.

A equipa de peritos norte-americanos manipulou uma variante da bactéria E.coli e conseguiu sintetizar moléculas de açúcar das algas castanhas em etanol.


Pesquisadora: Catarina Ribeiro

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2252594&seccao=Biosfera

Excesso de peso quase duplica risco de morte

Ficha de leitura nº 1
Unidade: Imunidade e controlo de doenças
Assunto: cancro da prostata, excesso de peso


O risco de morrer de cancro de próstata quase duplica nos homens com excesso de peso superior a 20 quilos durante a sua vida adulta, indica um estudo australiano revelado hoje.

"Este estudo mostra que a obesidade está relacionada com as formas agressivas de cancro mortal", advertiu Dallas English, um dos autores do estudo publicado pela Revista Internacional do Cancro e difundido hoje na Austrália pelo grupo Fairfax.

O diretor de um centro de investigação em genética e epidemiologia da Universidade de Melbourne defendeu assim a necessidade de "manter um peso saudável durante a vida adulta".

A investigação tem por base o estudo de casos de 17.000 homens com idades entre os 40 e 69 anos, parte de uma geração em que a obesidade não era um problema generalizado na Austrália.

De acordo com um estudo de saúde realizado em 2008, 42,1 por cento dos homens australianos têm excesso de peso, enquanto 25,6 por cento são obesos, num país com 22 milhões de habitantes.

O mesmo estudo indica que 600.000 menores com idades entre os 5 e 17 anos sofrem de excesso de peso ou obesidade, o que representa 21 por cento da população infantil.


Pesquisadora: Catarina Ribeiro

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2250257&seccao=Sa%FAde

domingo, 22 de janeiro de 2012

Cientistas devolvem juventude às células de idosos


Ficha de leitura nº5
Unidade: Imunidade e controlo de doenças
Fonte: http://pt.euronews.net/2011/11/07/cientistas-devolvem-juventude-as-celulas-de-idosos/
Pesquisadora: Mariana Joaquim
Conteúdo/Assunto: Células de idosos ganham juventude


Cientistas franceses conseguiram reprogramar células de idosos para voltarem a ser estaminais pluripotentes, como as células embrionárias.

A experiência decorreu em Montpellier, no sul de França, e permitiu devolver a juventude às celulas de uma pessoa com mais de cem anos.




Ver video completo em: http://pt.euronews.net/2011/11/07/cientistas-devolvem-juventude-as-celulas-de-idosos/

Hormonas fazem mulher que trabalha à noite ganhar peso

Ficha de leitura nº4


Unidade: Reprodução e Manipulação da Fertilidade
Fonte: http://biologias.com/noticias/1113/Hormonios-fazem-mulher-que-trabalha-a-noite-ganhar-peso
Pesquisadora: Mariana Joaquim
Conteúdo/Assunto: Hormona faz mulher que trabalha a noite engordar

Estudo revela que a grelina e a xenina atuam de maneira desregulada no hipotálamo

“Um estudo da linha de pesquisa da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) que avalia hormonas que regulam o apetite, coordenada pelo endocrinologista Bruno Geloneze, apontou responsabilidade da grelina e da xenina, hormonas recém-descobertos, para o ganho de peso das trabalhadoras do turno da noite, indo contra o senso comum de que engordam porque trabalham muito ou por conta do stress. Esses hormonas atuam de forma desregulada no hipotálamo (parte do cérebro que modula a fome e a saciedade) alterando o padrão de apetite dessas pessoas, que passam a consumir alimentos mais vezes e menos saudáveis. As consequências, além do ganho de peso, é que essas mulheres poderão ficar inclusive mais predispostas a desenvolver a indesejada síndrome metabólica, que promove em seus portadores problemas como hipertensão arterial, dislipidemia, diabetes e obesidade.

A fisioterapeuta Daniela Schiavo, autora da pesquisa, comparou mecanismos de fome e saciedade de 12 mulheres que trabalham no turno normal do setor de limpeza do Hospital de Clínicas da Unicamp e 12 mulheres que atuam no turno da noite. Segundo ela, vários trabalhos na literatura indicam que as trabalhadoras do turno da noite têm maior ganho de peso que mulheres que têm a mesma função e trabalham de dia. Isso já está estabelecido mundialmente em grandes casuísticas, diz. O que pouco se sabe são os motivos que levam a esse ganho de peso e os mecanismos determinantes para o comportamento relacionado à fome e à saciedade.

O senso comum diz “trabalhar à noite aumenta o stress e faz as pessoas comerem de maneira errada”. Diz mais: “depois que a obesidade se instala, é difícil as pessoas retomarem o peso original”. “Então também estudamos pessoas que não tinham obesidade ainda. Apesar de a gente ter feito um pareamento para idade, sexo, peso e atividade física, essas mulheres que trabalhavam à noite já apresentavam mais adiposidade abdominal, talvez sim ligado ao stress da atividade”, expõe Geloneze. No estudo, foi dosado o cortisol, o hormona do stress.

A despeito da casuística ter sido pequena, segundo ele, foram tomados cuidados essenciais a uma pesquisa científica: só foram escolhidas mulheres, funcionárias do setor de limpeza de um mesmo lugar e que exerciam o mesmo tipo de função e na faixa etária entre 25 e 45 anos (em idade reprodutiva portanto, sem o viés da menopausa). Tinham ainda o mesmo padrão de atividade física. Não eram sedentárias, a se ver pelo seu trabalho (que não é leve), contudo não têm atividades programadas como frequentar uma academia, por impedimentos socioeconómicos e culturais.

Além disso, elas tinham o mesmo Índice de Massa Corporal (IMC), em torno de 26,5 (o índice fica entre 25 e 30), com um leve sobrepeso, mas que não é obesidade e nem tampouco um peso normal. Corresponde a um IMC médio da população brasileira, afirma Geloneze. Pessoas trabalhadoras noturnas há mais de um ano, que ainda não tinham um ganho de peso relevante, foram entrevistadas para se conhecer o seu comportamento alimentar: como era a sua sensação de fome e de saciedade. O estudo apurou que elas sentiam dificuldade em reconhecer a fome ou a saciedade.”


Ver mais em http://biologias.com/noticias/1113/Hormonios-fazem-mulher-que-trabalha-a-noite-ganhar-peso