quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Estudo nacional alerta para infecção silenciosa que ameaça fertilidade


Ficha de leitura nº4
Unidade de ensino: Reprodução humana e manipulação da fertilidade
Conteúdo\assunto:Doenças sexualmente transmissíveis

Uma pesquisa divulga que incidência da bactéria causadora da clamídia entre mulheres jovens chegou a aproximadamente 10%, o que representa uma ameaça a fertilidade. As infecções causadas pela clamídia estão entre as doenças sexualmente transmissíveis que mais geram quadros de infertilidade.

Pesquisador: Susana Bailadeira

Fonte:http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2011/10/27/estudo-nacional-alerta-para-infeccao-silenciosa-e-ameaca-fertilidade/

O Centro de Referência e Treinamento em Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) divulgou nessa quinta, 27, dados preocupantes. De acordo com a pesquisa nacional, a incidência da bactéria causadora da clamídia entre mulheres jovens chegou a aproximadamente 10%, o que representa uma ameaça a fertilidade. Ao todo 2.071 mulheres, entre 15 e 24 anos, atendidas nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), nas cinco macrorregiões do país (norte, nordeste, sudeste, sul, centro-oeste) participaram do estudo.

Infertilidade é uma das consequências da clamídia

As infecções causadas pela clamídia estão entre as doenças sexualmente transmissíveis que mais geram quadros de infertilidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), três em cada quatro mulheres com infertilidade tubária são seropositivas para a doença. A organização alerta ainda que a cada ano surgem cerca de 92 milhões de novos casos de clamídia em todo mundo. Entretanto, apenas uma pequena parcela deles é diagnosticada e tratada já que a doença é silenciosa, com 80% dos casos assintomáticos nas mulheres e 50% nos homens.

“Quando deparamos com uma paciente com dificuldade de engravidar, um dos primeiros passos é conferir como estão suas tubas uterinas”, salienta o especialista em medicina reprodutiva, João Ricardo Auler, membro da Rede Latino-Americana de Reprodução Assistida e diretor médico da Clínica Pró Nascer.

O especialista chama a atenção para a importância da prevenção e diagnóstico precoce, já que os sintomas da clamídia só se manifestam quando a doença está avançada. O médico lembra que muitas bactérias estão se tornando resistentes aos antibióticos, o que dificulta o controle da infecção. Sexo seguro e exames periódicos são fundamentais, tanto para a mulher quanto para o homem.

Além do contágio sexual, a clamídia pode ser transmitida da mãe para o bebé no momento do nascimento. Estudos da OMS dizem que a gestante portadora da doença está mais sujeita a sofrer abortos e partos prematuros. Outro dado preocupante é que as chances de contaminação pelo VIH se tornam de três a seis vezes maiores em infectados pela Chlamyda trachomatis, bactéria causadora da clamídia.

Doces e massas podem representar risco para as mães


Ficha de leitura nº3
Unidade de ensino:Reprodução humana e manipulação da fertilidade
Conteúdo\assunto: Alimentação na gravidez


O nosso tipo de alimentação deve ser uma preocupação constante nas nossas vidas, mesmo até durante a gravidez durante a qual existe os mais variados desejos.
Segundo alguns ginecologistas uma má alimentação durante a gestação pode provocar um problema pouco conhecido pelas gestantes que se traduz no aumento do liquido amoniótico responsável por envolver o bebê na barriga da mãe para que ele possa desenvolver até a data do nascimento.Esse excesso de liquido amoniótico pode provocar uma série de problemas, entre eles o nascimento prematuro do bebé.

Pesquisador: Susana Bailadeira

Fonte:http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/2829/162/doce-e-massa-podem-representar-risco-para-as-maes.html

Durante a gestação, são comuns os populares desejos alimentares. Entre os produtos mais pedidos pelas futuras mamães, estão os doces e as massas. No entanto, todo esse apetite pode provocar um problema muito sério e pouco conhecido por grande parte das gestantes: o aumento do líquido amniótico, responsável por envolver o bebê na barriga da mãe para que ele possa desenvolver até a data do nascimento. Segundo o ginecologista do Hospital Federal do Andaraí, no Rio de Janeiro, Augusto Santana, o excesso de líquido amniótico pode provocar uma série de problemas, entre eles o nascimento prematuro do bebê:

TEC/SONORA: ginecologista do Hospital Federal do Andaraí (RJ) - Augusto Santana:
"Esse útero muito distendido acaba contraindo mais cedo do que o normal, porque aquelas fibras musculares do útero não aguentam uma sobredistensão muito acentuada. E aí aqueles nenéns não maduros ainda acabam entrando em trabalho de parto evoluindo de forma mais precoce, prematura, por cauda da sobredistensão uterina. E a incidência de hemorragia pos parto é maior nesses casos."

LOC/REPÓRTER: Além de aumentar a quantidade de líquido amniótico, o ginecologista Augusto Santana explicou também que o excesso de carboidratos e doces pode provocar o diabetes gestacional:

TEC/SONORA: ginecologista do Hospital Federal do Andaraí (RJ) - Augusto Santana:
"Tem que ter uma vigilância constante porque o diabetes gestacional é um risco alto não só para a mãe como também para o neném, inclusive de morte intrautero, então a gravidez tem que ser melhor vigiada."

LOC/REPÓRTER: Para evitar o aumento de líquido amniótico durante a gestação, o ideal é seguir uma alimentação saudável restrita de sal, carboidratos e doces, e manter em dia as consultas com o obstetra durante o pré-natal.
Reportagem, Débora Rocha

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Estimulação ovárica em mulheres com mais de 35 anos pode ter efeitos adversos

Ficha de Leitura: nº5
Unidade de Ensino:
Reprodução humana e manipulação da fertilidade
Conteúdo\Assunto: Estimulação ovárica
Pesquisador: Ana Rita Rito



Estudo do Centro de Fertilidade, Ginecologia e Genética de Londres

A estimulação ovárica em mulheres com mais de 35 anos que se submetem a tratamentos de fertilidade pode causar efeitos adversos, revela um estudo divulgado pela agência espanhola EFE e citado pela agência Lusa. O estudo foi apresentado na conferência anual da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, que se realizou em Estocolmo, Suécia.

Um grupo de investigadores do Centro de Fertilidade, Ginecologia e Genética de Londres considera que esse procedimento, em que se recorre à medicação hormonal para estimular os ovários a produzirem maior quantidade de células reprodutoras (ovócitos), altera o processo crítico de duplicação de cromossomas conhecido como meiose.

Os especialistas apontam que isso levaria à ocorrência de anomalias no número de cromossomas, o que, por sua vez, pode causar efeitos secundários, tais como o fracasso do tratamento de reprodução assistida, aborto ou, mais raramente, o nascimento de uma criança com patologias.

Para chegar a esta conclusão, o director do Centro de Fertilidade, Ginecologia e Genética de Londres, Alan Handyside, juntamente com colegas de outros oito países, desenvolveram uma técnica para detectar corpos polares, pequenas células produzidas durante as divisões meióticas no processo de maturação dos óvulos. Alan Handyside já admitiu, no entanto, que ainda é necessário “investigar mais a incidência e o esquema de erros meióticos com diferentes métodos de estimulação”.

“Os resultados dessa investigação deverão permitir-nos identificar melhores estratégias clínicas para reduzir a incidência de erros nos cromossomas em mulheres com mais de 35 anos que se submetem a tratamentos de infertilidade”, disse o especialista, citado pela Lusa.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.


Fonte: http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/estimulacao-ovarica-em-mulheres-com-mais-de-35-anos-pode-ter-efeitos-adversos

Tratamentos de fertilidade aumentam risco de tumor do ovário

Ficha de Leitura: nº4
Unidade de Ensino:
Reprodução humana e manipulação da fertilidade
Conteúdo\Assunto: Tratamentos de fertilidade
Pesquisador: Ana Rita Rito


A estimulação hormonal utilizada nos tratamentos de fertilidade aumenta o risco de desenvolvimento de tumores borderline do ovário, dá conta um estudo recente publicado na revista “Human Reproduction”.

Neste estudo, a equipa de investigadores liderada por Flora van Leeuwen, do Instituto Holandês do Cancro, na Holanda, analisou os dados de cerca de 25 mil mulheres que tinham problemas de infertilidade diagnosticados entre 1980 e 1995, na Holanda. Entre estas participantes, 19.146 foram submetidas a pelo menos um tratamento para estimulação dos ovários, que é uma das fases da fertilização in vitro, e 6.006 não foram tratadas.

Os investigadores constataram que 77 das participantes tinham desenvolvido doenças malignas do ovário. Os autores do estudo verificaram, de forma surpreendente, que entre as 61 mulheres que desenvolveram doenças malignas do ovário e que foram submetidas a tratamentos de fertilidade, 31 desenvolveram tumores borderline do ovário e 30 cancro do ovário invasivo. De acordo com os autores, esta proporção de tumores bordeline do ovário foi anormalmente elevada. Este tipo de tumores tem um baixo potencial de malignidade, ou seja, raramente são fatais, mas requerem tratamento cirúrgico.

Fonte:
http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/tratamentos-de-fertilidade-aumentam-risco-de-tumor-do-ovario


Tratamentos de fertilidade aumentam risco de tumor do ovário

A estimulação hormonal utilizada nos tratamentos de fertilidade aumenta o risco de desenvolvimento de tumores borderline do ovário, dá conta um estudo recente publicado na revista “Human Reproduction”.

Neste estudo, a equipa de investigadores liderada por Flora van Leeuwen, do Instituto Holandês do Cancro, na Holanda, analisou os dados de cerca de 25 mil mulheres que tinham problemas de infertilidade diagnosticados entre 1980 e 1995, na Holanda. Entre estas participantes, 19.146 foram submetidas a pelo menos um tratamento para estimulação dos ovários, que é uma das fases da fertilização in vitro, e 6.006 não foram tratadas.

Os investigadores constataram que 77 das participantes tinham desenvolvido doenças malignas do ovário. Os autores do estudo verificaram, de forma surpreendente, que entre as 61 mulheres que desenvolveram doenças malignas do ovário e que foram submetidas a tratamentos de fertilidade, 31 desenvolveram tumores borderline do ovário e 30 cancro do ovário invasivo. De acordo com os autores, esta proporção de tumores bordeline do ovário foi anormalmente elevada. Este tipo de tumores tem um baixo potencial de malignidade, ou seja, raramente são fatais, mas requerem tratamento cirúrgico.

Após terem ajustado factores que poderiam influenciar os resultados, como a idade, o número de filhos e causa da infertilidade, os investigadores constataram que as mulheres que foram submetidas a tratamentos para estimulação dos ovários apresentavam um risco significativamente maior de desenvolver tumores malignos de ovário do que aquelas que não foram submetidas a esse tratamento. No caso das doenças malignas dos ovários e para os tumores dos ovários, verificou-se um risco duas a quatro vezes superior, respectivamente, para as mulheres que foram submetidas ao tratamento de fertilização in vitro em comparação com as mulheres não tratadas.

De acordo com Flora van Leeuwen, este estudo mostra claramente que a estimulação dos ovários utilizada nos tratamentos de fertilização in vitro está associada a um maior risco de desenvolvimento de tumores borderline do ovário e que este risco se mantém elevado até 15 anos após o primeiro ciclo de tratamento.

Os investigadores estimam que o risco de desenvolvimento de doenças malignas dos ovários aumenta com o número de ciclos de tratamento. Contudo, isto ainda não foi verificado. A líder do estudo conclui que, se descobrirmos que as mulheres que são submetidas a vários ciclos de tratamento de fertilização in vitro ou a doses elevadas de fármacos para estimulação dos ovários têm um maior risco de sofrer de cancro do ovário, estas deverão ser informadas sobre os risco que correm em continuar com os tratamentos e deverão ser aconselhadas a descontinuar o tratamento após três a seis ciclos.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Baixa fertilidade penaliza produtividade e economia em Portugal

Ficha de Leitura: nº4
Unidade de Ensino: Reprodução humana e manipulação da fertilidade
Conteúdo\Assunto: Fertilidade

Baixa fertilidade penaliza produtividade e economia em Portugal

Portugal é um dos países do mundo, com a mais baixa taxa de fertilidade.Estudos indicam que a população esta a encolher. A economia Portuguesa será afectada pela falta de trabalho e menor produtividade.


Pesquisador: Flávia Pedro Dinis

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2085374 (Jornal de Noticias)



Baixa fertilidade penaliza produtividade e economia em Portugal

2011-10-27

O decréscimo populacional em Portugal, um dos países com mais baixa taxa de fertilidade em todo o mundo, vai afectar a produtividade e o crescimento económico, alertam especialistas das Nações Unidas.
 

 
Richard Kollodge, um dos autores do Relatório sobre a Situação da População Mundial 2011, apresentado na quarta-feira em Nova Iorque, sublinhou que são cerca de 80 os países em todo o mundo na mesma situação que Portugal, em que a taxa de fertilidade é tão baixa que a tendência da população é encolher.
As respostas são diversas e vão desde fomentar a imigração a subsidiar a natalidade.
"Todos estes países estão a lidar com as consequências [do decréscimo populacional] de levar a população a um maior envelhecimento e o que isso significa em termos de crescimento económico", disse à Lusa o responsável do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUP), a cerca de cinco dias de a população mundial atingir sete mil milhões de habitantes.
A economia, sublinha, será afectada pela falta de trabalho e menor produtividade, enquanto a nível social, o envelhecimento da população obriga a um maior investimento no apoio à terceira idade.
Portugal vai ter nos próximos quatro anos a segunda mais baixa taxa de fecundidade do mundo, com apenas 1,3 filhos por mulher, apenas ultrapassado pela Bósnia-Herzegovina (1,1), segundo o estudo.

Pílula e gravidez reduzem cancro de ovários

Ficha de Leitura: nº3
Unidade de Ensino: Reprodução humana e manipulação da fertilodade
Conteúdo\Assunto: Pílula e Gravidez

Um estudo revelado pela Universidade de Oxford revelou que as mulher que tomam a pílula tem menos hipóteses de desenvolverem cancro nos ovários, tal como ter no mínimo um filho, também diminui a probabilidade de desenvolver cancro nos ovários. 

Pesquisador: Flávia Pedro Dinis

Fonte: http://noticias.universia.pt/ciencia-tecnologia/noticia/2011/10/31/882791/pilula-e-gravidez-reduzem-cancro-ovarios.html


Pílula e gravidez reduzem cancro de ovários

31/10/2011
Tanto a pílula anticoncepcional quanto a gravidez influenciam os níveis de hormonais que provocam tumores. Tomar a pílula durante dez anos reduz o risco de uma mulher ter cancro nos ovários quase para metade, de acordo com um estudo.



Foto: Universidade de Oxford
Foto: Universidade de Oxford
Tomar a pílula ao longo de 10 anos reduz em média 45% a probabilidade de cancro nos ovários
A pesquisa também descobriu que ter um filho reduz a probabilidade de cancro nos ovários em 30%
A informaçãos foi divulgada pelo Daily Mail e cita uma pesquisa levada a cabo a 327 mil mulheres por investigadores da Universidade de Oxford.
 
 
O estudo revelou que as mulheres que tomavam pílula tiveram, em média, 15% menos hipóteses de desenvolver a doença. Usar o medicamento por um ano reduziu 2,5% do risco. Por cinco anos, a diminuição foi de 13% e, por dez anos, de 45%.

A pesquisa também descobriu que ter um filho reduz a probabilidade de cancro nos ovários em 30% - e quanto mais filhos, menor o risco. De acordo com o estudo, mulheres que tiveram pelo menos uma criança foram 29% menos propensas a ter cancro nos ovário. Para uma mãe de quatro filhos, a diminuição foi de 38%.

Todos os anos são diagnosticadas com cancro nos ovários cerca de 6.500 mulheres na Grã-Bretanha, a maioria com idade superior a 50.
 
As taxas de sobrevivência são pequenas em comparação com outros tipos da doença e somente 40% das pacientes vivem mais do que cinco anos após o diagnóstico.

Anticoncepcionais podem aumentar risco de trombose


Ficha de Leitura: nº2
Unidade de ensino: Reprodução humana e manipulação da fertilidade
Conteúdo\Assunto: Pílula

Um estudo divulgado nos EUA, afirma que existe um maior risco de trombose venosa em mulheres que consomem pílulas que contém drospirenona. que existe nas pílulas conhecidas como Bayer, Yaz e Yasmin.

Pesquisador: Flávia Pedro Dinis 1\11\2011

Fontes: http://www.dm.com.br/#!/324420 (Diário da Manhã)


Anticoncepcionais podem aumentar risco de trombose

Estudo divulgado pela agência reguladora de remédios nos EUA (FDA) mostra que existe um risco maior de trombose venosa em mulheres que tomam anticoncepcional contendo drospirenona, em comparação com as que tomam contraceptivos mais antigos.

A pesquisa analisou o histórico de 800 mil americanas que usavam diferentes métodos contraceptivos. As pílulas mais vendidas pela Bayer, a YAZ e a Yasmin, contêm drospirenona e são vendidas no Brasil. Em média, aquelas que tomavam Yaz tinham uma chance 75% maior de sofrer trombose.O presidente da comissão de contracepção da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Rogério Bonassi, disse que as mulheres que tomam Yaz ou Yasmin não devem necessariamente interromper o uso da pílula.Falta saber se a trombose venosa é mesmo um efeito desses anticoncepcionais.
"Qualquer pílula pode aumentar o risco de trombose, porém o risco absoluto é muito baixo", diz. A Bayer informou que está avaliando o conteúdo do estudo e, por isso, ainda não vai comentá-lo. (FP).