terça-feira, 1 de novembro de 2011

Pílula e gravidez reduzem cancro de ovários

Ficha de Leitura: nº3
Unidade de Ensino: Reprodução humana e manipulação da fertilodade
Conteúdo\Assunto: Pílula e Gravidez

Um estudo revelado pela Universidade de Oxford revelou que as mulher que tomam a pílula tem menos hipóteses de desenvolverem cancro nos ovários, tal como ter no mínimo um filho, também diminui a probabilidade de desenvolver cancro nos ovários. 

Pesquisador: Flávia Pedro Dinis

Fonte: http://noticias.universia.pt/ciencia-tecnologia/noticia/2011/10/31/882791/pilula-e-gravidez-reduzem-cancro-ovarios.html


Pílula e gravidez reduzem cancro de ovários

31/10/2011
Tanto a pílula anticoncepcional quanto a gravidez influenciam os níveis de hormonais que provocam tumores. Tomar a pílula durante dez anos reduz o risco de uma mulher ter cancro nos ovários quase para metade, de acordo com um estudo.



Foto: Universidade de Oxford
Foto: Universidade de Oxford
Tomar a pílula ao longo de 10 anos reduz em média 45% a probabilidade de cancro nos ovários
A pesquisa também descobriu que ter um filho reduz a probabilidade de cancro nos ovários em 30%
A informaçãos foi divulgada pelo Daily Mail e cita uma pesquisa levada a cabo a 327 mil mulheres por investigadores da Universidade de Oxford.
 
 
O estudo revelou que as mulheres que tomavam pílula tiveram, em média, 15% menos hipóteses de desenvolver a doença. Usar o medicamento por um ano reduziu 2,5% do risco. Por cinco anos, a diminuição foi de 13% e, por dez anos, de 45%.

A pesquisa também descobriu que ter um filho reduz a probabilidade de cancro nos ovários em 30% - e quanto mais filhos, menor o risco. De acordo com o estudo, mulheres que tiveram pelo menos uma criança foram 29% menos propensas a ter cancro nos ovário. Para uma mãe de quatro filhos, a diminuição foi de 38%.

Todos os anos são diagnosticadas com cancro nos ovários cerca de 6.500 mulheres na Grã-Bretanha, a maioria com idade superior a 50.
 
As taxas de sobrevivência são pequenas em comparação com outros tipos da doença e somente 40% das pacientes vivem mais do que cinco anos após o diagnóstico.

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