quinta-feira, 7 de junho de 2012

Português descobre proteína que pode combater obesidade

Ficha de Leitura nº7
Assunto: Combater a Obesidade
Pesquisador: Miguel Almeida









Um investigador português da Universidade de Santiago de Compostela descobriu uma proteína que age sobre o cérebro e o tecido gordo do organismo, acelerando a queima de gorduras, o que pode ser utilizado para combater a obesidade.

 O estudo faz parte da tese de doutoramento de Luís Martins, que disse à Agência Lusa que a proteína BMP8B age sobre uma parte do cérebro - o hipotálamo - e sobre o tecido adiposo castanho, responsável pela utilização de gordura armazenada para produção de energia. "Descobrimos, estudando em ratinhos, que na ausência dessa proteína existe uma maior probabilidade de engordar. Utilizámos ratinhos sem o gene dessa proteína, que foram alimentados com muita gordura e engordaram mais do que os outros, que têm a proteína", explicou. O tecido adiposo castanho "não armazena gordura, utiliza os lípidos acumulados no tecido adiposo branco para produzir energia", através de um fenómeno chamado termogénese, e o estudo prova uma relação entre a proteína e uma aceleração do metabolismo. A proteína age também sobre o cérebro, como comprovou o investigador ao injetá-la na cabeça dos ratos, e assim descobrindo que "existe uma comunicação a partir do hipotálamo, através do sistema nervoso simpático [responsável pelo metabolismo corporal] até ao tecido adiposo castanho, que é ativado e aumenta o consumo de gordura". Uma das vantagens da proteína BMP8B é que o aumento de metabolismo que induz não leva ao aumento da vontade de comer para compensar a energia que é consumida, pelo que é promissor para eventuais tratamentos da obesidade.

 Fonte:http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2538151&seccao=Sa%FAde

Apostar em nova raça de bovinos para melhorar o leite

Ficha de Leitura nº6
Assunto: nova raça de bovinos pode melhorar o leite
Pesquisador: Miguel Almeida








A investigadora Graça Silveira, da Universidade dos Açores, defendeu hoje que os agricultores da região devem apostar numa raça diferente de bovinos, que permita valorizar mais a qualidade do leite produzido do que a quantidade.

"Deve haver uma reconversão gradual do efetivo leiteiro para raças com maior produção de proteína e de gordura, nomeadamente a 'Jersey', e um reajustamento das tabelas de valorização", afirmou Graça Silveira, em declarações aos jornalistas à margem das Jornadas de Produção Leiteira, em Angra do Heroísmo, na Terceira. Graça Silveira salientou que "a indústria alimentar valoriza um leite que seja mais rico em gordura, porque é aquele que é convertido em nata e depois em manteiga, e um leite que seja mais rico em proteína, porque o rendimento queijeiro está baseado na quantidade de proteína". Nesse sentido, a investigadora defendeu a substituição da raça 'Holstein Frísia' pela 'Jersey', que frisou ser "uma raça com boa apetência para o pastoreio". Esta investigadora na área da Engenharia Agroalimentar considerou ainda que a tabela do SERCLA (Serviço de Classificação do Leite) está desajustada, alegando que "os agricultores só começam a beneficiar de pontos adicionais para percentagens de proteína acima dos 3.2, quando o máximo de proteína que uma 'Holstein' pode dar são 3.2/3.3". Nestas jornadas será apresentado um estudo da autoria da investigadora universitária açoriana Emiliana Silva, sobre a influência dos subsídios europeus nos rendimentos dos agricultores dos Açores. Emiliana Silva, especialista em Economia Agrária, concluiu, com base em dados de explorações do Faial, Terceira e S. Miguel, recolhidos desde 1996, que "cerca de 20 por cento do rendimento dos agricultores é suportado pelos subsídios", sendo que foram encontrados alguns casos de dependência total. "Isto é muito preocupante", alertou, recordando que a Europa vive um período de "instabilidade" e que poderá ocorrer uma diminuição do orçamento da Política Agrícola Comum, apesar de estar convencida de que não se colocará um cenário de ausência de subsídios.

 Fonte:http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2592462&page=2

Portugueses desenvolveram "outdoors" biodegradáveis

Ficha de leitura nº5
Pesquisador:Miguel Almeida
Assunto: "outdoors" biodegradáveis


Investigadores das universidades do Minho (UMinho) e Fernando Pessoa (UFP) desenvolveram "outdoors" biodegradáveis, feitos à base de fibras de soja, milho e bambu, um projeto pioneiro que visa a proteção ambiental, foi hoje anunciado. O projeto está a ser alvo de patente e conta com apoio de empresas nacionais e internacionais. Segundo os investigadores, esta inovação surge 24 anos após a Lei 97/88, que proíbe o uso de materiais não biodegradáveis para publicidade, "mas que, na verdade, não está a ser cumprida". "Espero sinceramente que os anunciantes deixem de usar materiais com propriedades tóxicas e que são prejudiciais à saúde", refere Jorge Neves, docente do Departamento de Engenharia Têxtil da UMinho. O professor considera que os novos "outdoors" biodegradáveis poderão ter um custo "semelhante" ao dos suportes convencionais, que utilizam poliéster laminado ou revestido a resina de PVC (policloreto de vinilo). "A União Europeia restringiu muito o uso do PVC, face aos danos causados no sistema imunitário, reprodutivo e endócrino", realçou Fernanda Viana, doutorada em Engenharia Têxtil na UMinho e docente da UFP. A engenheira publicitária confia na aceitação desta inovação, mas lembra que, face à situação económica atual, "o anunciante tende a optar pelo baixo custo, mesmo que acarrete consequências ambientais e legais". ~

Fonte:http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2594009

terça-feira, 5 de junho de 2012

Descoberto parasita do fungo que transforma formigas em "zombies"

Ficha de Leitura nº9
Assunto/Conteúdo: Fungos
Pesquisador: Ana Rita Rito




No mundo dos insectos, horrores à lá Ficheiros Secretos são uma realidade diária e, neste episódio, ninguém gostaria de fazer o papel da formiga. Uma operária da espécie Camponotus rufipes pode muito bem acabar morta com um fungo a crescer a partir da cabeça. Parece horrível, mas uma equipa de investigadores descobriu agora que o próprio fungo que cresce na cabeça da formiga serve de alimento de outro fungo.

Fonte: http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/descoberto-parasita-do-fungo-que-transforma-formigas-em-zombies-1545961

Descoberto parasita do fungo que transforma formigas em "zombies"

No mundo dos insectos, horrores à lá Ficheiros Secretos são uma realidade diária e, neste episódio, ninguém gostaria de fazer o papel da formiga. Uma operária da espécie Camponotus rufipes pode muito bem acabar morta com um fungo a crescer a partir da cabeça. Parece horrível, mas uma equipa de investigadores descobriu agora que o próprio fungo que cresce na cabeça da formiga serve de alimento de outro fungo.

Esta dinâmica faz com que haja muito menos esporos do fungo que transforma as formiga em zombies e, por isso, elas são menos infectadas, o que permite às colónias sobreviverem durante vários anos, explica um artigo publicado recentemente na revista Public Library of Science ONE.

Esta história não é uma versão de quem é o peixe maior. Para a sensibilidade humana, parece-se mais com um combate sórdido que no final tem um resultado equilibrado em termos ecológicos. Nas florestas tropicais do estado brasileiro de Minas Gerais, próximo da fronteira com os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, já relativamente perto da costa, um esporo do fungo entra na formiga. O parasita desenvolve-se e, ao longo de semanas, alimenta-se das partes não vitais do corpo da formiga. 

A dada altura, liberta um químico no cérebro da formiga, que a transforma em zombie. Ela dirige-se, sem vontade própria, até a uma folha e morre. Passada uma semana, de dentro da formiga começa a nascer uma estrutura que, ao longo de um mês, desenvolve-se numa espécie de cogumelo, pronto para libertar esporos do fungo várias e várias vezes. 

Se cada esporo libertado infectasse uma nova formiga, então não havia colónia que resistisse, mas há colónias que se mantêm estáveis durante décadas. Uma equipa de investigadores liderados por David Hughes, da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, foi estudar vários cemitérios destes naquela região do Brasil onde se acumulam formigas mortas pelo fungo Ophiocordyceps camponoti rufipedis. Fez contagens e descobriu que a natureza também controla o parasita da formiga.

“Num caso em que a biologia é mais estranha do que a ficção, o parasita do fungo que torna a formiga um zombie é ele próprio infectado por outro fungo – um fungo híper-parasítico que se especializou em atacar o parasita que transforma as formigas em zombies”, resume David Hughes, em comunicado.

A equipa identificou 432 formigas mortas pelo fungo em cinco locais diferentes. Caracterizou cada formiga em relação ao estádio de desenvolvimento do fungo. Ao todo, 55,4% das formigas estavam híper-parasitadas e 12,7% apresentavam danos. Só 6,5% das formigas tinham o fungo (que as tornava em zombies) no estádio de desenvolvimento maduro que permitia libertar esporos.

A nível do comportamento das formigas, já se sabia que os indivíduos de uma colónia tinham hábitos de limpeza para eliminar possíveis esporos de fungos. Além disso, só uma pequena percentagem de operárias é que está fora do ninho e fica susceptível a ser infectada. Mas este estudo mostra que o risco de infecção ainda é menor.

“A nossa investigação mostra a acção castrante do fungo híper-parasítico, o que pode resultar numa limitação significativa do alastramento do fungo”, diz o investigador. “Apesar de existirem muitas formigas zombies infectadas na vizinhança, poucos esporos irão ficar maduros e infectar formigas sãs.” Por isso, o perigo para a colónia é muito inferior do que se poderia temer.



Dois cientistas da Fundação Champalimaud venceram bolsa internacional

Ficha de Leitura nº8
Assunto/Conteúdo: Neurobiologia
Pesquisador: Ana Rita Rito




 Carne ou batatas, proteínas ou hidratos de carbono? Um animal que passa fome escolhe os nutrientes que mais estão em falta no seu corpo, mas como toma esta decisão é a questão que Carlos Ribeiro, da Fundação Champalimaud, quer responder. Para isso, o cientista recebeu agora uma bolsa no valor de um milhão de euros, do Human Frontier Science Program, de três anos. Não está sozinho, Alfonso Renart, que investiga na mesma instituição como funcionam as redes neuronais que sustentam a memória de curto prazo, também recebeu a esta bolsa.

Fonte: http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/dois-cientistas-da-fundacao-champalimaud-venceram-bolsa-internacional-prestigiada-1546372

Dois cientistas da Fundação Champalimaud venceram bolsa internacional

 Carne ou batatas, proteínas ou hidratos de carbono? Um animal que passa fome escolhe os nutrientes que mais estão em falta no seu corpo, mas como toma esta decisão é a questão que Carlos Ribeiro, da Fundação Champalimaud, quer responder. Para isso, o cientista recebeu agora uma bolsa no valor de um milhão de euros, do Human Frontier Science Program, de três anos. Não está sozinho, Alfonso Renart, que investiga na mesma instituição como funcionam as redes neuronais que sustentam a memória de curto prazo, também recebeu a esta bolsa.

O Human Frontier Science Program (HFSP) é um programa de uma organização com sede em Estrasburgo, França, que promove a ciência de ponta. A organização começou a ganhar raízes em 1986, graças ao governo japonês, e hoje é constituída por vários países. Uma das grandes apostas é promover a internacionalização da ciência, financiando anualmente projectos de várias equipas de países diferentes.

O projecto de Alfonso Renart, por exemplo, é partilhado com a equipa de Paul Chadderton, do Imperial College de Londres, e de Sebastien Royer, do Instituto de Ciência e Tecnologia da Coreia do Sul, em Seul. O cientista, que na Fundação Champalimaud está à frente do Laboratório de Dinâmicas de Circuitos e Computação, quer perceber como é que funciona, em ratos, a memória de curto prazo. Ou seja, a memória que se utiliza para guardar uma informação que vai ser utilizada pouco tempo depois e, de seguida, pode ser esquecida.

Uma das formas de se avaliar isto é analisar o funcionamento de grupos de neurónios (as células do sistema nervoso que estão maioritariamente no cérebro) que existem no córtex pré-frontal. “Estes neurónios não param de disparar quando um estímulo [um barulho, por exemplo] desaparece, continuam a disparar durante o tempo em que o animal precisa de se lembrar do estímulo”, explica o investigador espanhol ao PÚBLICO. 

Antes, só se tinha analisado esta actividade em neurónios isolados. Renart quer dar o passo seguinte. “Vamos medir a actividade de muitos neurónios em simultâneo, mais de uma centena, para perceber como neurónios diferentes se juntam para gerar representações de memórias de curto prazo”, revela. O financiamento vai permitir contratar pessoas para trabalharem no projecto e comprar equipamento experimental. 

O cientista espanhol recebeu o financiamento na modalidade de Jovem Investigador, para cientistas que são chefes de laboratório há menos de cinco anos. O HFSP só deu oito financiamentos destes. Já Carlos Ribeiro ganhou a bolsa programa para cientistas principais, juntamente com mais 24 projectos.

Ao todo, candidataram-se 800 projectos ao programa e só 33 conseguiram ser financiados, o que equivale a 4,1% dos projectos. “Eu e Alfonso Renart dizíamos sempre que os dois não iríamos conseguir ganhar o financiamento”, lembra ao PÚBLICO Carlos Ribeiro, que tem pais e nome portugueses, mas nasceu e viveu na Suíça.

Carlos Ribeiro está interessado em perceber como é que as moscas-da-fruta escolhem os alimentos em relação às suas necessidades de nutrientes. Já se percebeu que quando a Drosophila melanogaster passa por uma dieta deficiente em proteínas, depois, quando tem oportunidade, escolhe alimentos ricos nestes nutrientes - a carne em detrimento das batatas, por comparação. 

Agora, o cientista que perceber o que é que se altera a nível molecular e neuronal para isso acontecer, e como é que depois esta alteração resulta em comportamentos diferentes. “Como é que a informação interna está a ser trocada com a informação externa”, resume. O projecto reúne ainda as equipas de Aldo Faisal, do Imperial College de Londres, e de Michael H. Dickinson, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.





Luz-powered olho biônico inventada para ajudar a restaurar a visão

Ficha de Leitura nº7
Assunto/Conteúdo: Visão
Pesquisador: Ana Rita Rito




Um implante na retina - ou olho biônico -, que é alimentado pela luz foi inventada por cientistas da Universidade de Stanford, na Califórnia. Implantes usados ​​atualmente em pacientes precisam ser alimentado por uma bateria. 



Luz-powered olho biônico inventada para ajudar a restaurar a visão


Um implante na retina - ou olho biônico -, que é alimentado pela luz foi inventada por cientistas da Universidade de Stanford, na Califórnia. Implantes usados ​​atualmente em pacientes precisam ser alimentado por uma bateria. 

O novo aparelho, descrito na revista Nature Photonics ,usa um par especial de óculos para perto de feixe de luz infravermelha para o olho.
Isso alimenta o implante e envia as informações que poderiam ajudar um paciente a ver.
Doenças tais como a idade degeneração macular relacionada com o resultado pigmentosa retinal na morte de células que permitem detectar a luz no olho.
Eventualmente isto conduz à cegueira.

Fiação eliminado 

Implantes de retina estimular os nervos na parte de trás do olho, o que ajudou alguns pacientes para ver. Os primeiros resultados de um estudo no Reino Unido significa dois homens deixaram de ser totalmente cego para ser capaz de perceber a luz e até mesmo algumas formas.

No entanto, assim como um chip de um encaixe por trás da retina, uma bateria tem de ser montado por detrás da orelha e um cabo precisa juntar os dois em conjunto. Os pesquisadores de Stanford dizem que seu método poderia ser um passo em frente "eliminando a necessidade de eletrônicos complexos e fiação". Um implante da retina, que funciona de uma maneira semelhante a um painel solar, é montado na parte de trás do olho.

Um par de óculos equipado com uma câmera registos vídeo que está acontecendo diante dos olhos de um paciente e vigas incêndios de luz no infravermelho próximo para o chip de retina. Isto cria um sinal eléctrico que é transmitido aos nervos. A luz natural é 1.000 vezes demasiado fracos para alimentar o implante. Os pesquisadores disseram: "Como o implante fotovoltaica é fina e sem fio, o procedimento cirúrgico é muito mais simples do que em outras abordagens da retina protéticos. "Esse implante um sistema totalmente integrado sem fio promete a restauração da visão útil para pacientes cegos por doenças degenerativas da retina.
" O implante não foi testado em pessoas, mas tem sido demonstrado que funciona em ratos. Dr. Keith Mathieson, agora no Instituto de Fotônica da Universidade de Strathclyde, foi uma das pesquisadoras principais do projeto.

Ele disse: "A idade degeneração macular relacionada é um grande desafio médico e, com o envelhecimento da população, continua a crescer. "Isso significa que soluções inovadoras, práticas são essenciais para que a visão é ser restaurado para pessoas ao redor do mundo com a doença.

"O implante é fina e sem fio e assim é mais fácil de implantar. Desde que recebe informações sobre a cena visual através de um feixe de infra-vermelho projetada através do olho, o dispositivo pode tirar proveito dos movimentos oculares naturais que desempenham um papel crucial no processamento visual . "

O nascimento prematuro associado a pior saúde mental

Ficha de Leitura nº6
Assunto/Conteúdo: Nascimento prematuro
Pesquisador: Ana Rita Rito



Um em cada 13 bebés nascem antes de 36 semanas 

 Nascer prematuramente está ligada a um risco aumentado de uma série de problemas de saúde mental muito mais tarde na vida, de acordo com pesquisadores. O transtorno bipolar, depressão e psicose foram mais provável, o estudo no The Archives of General Psychiatry sugeriu. 

Fonte: http://www.bbc.co.uk/news/health-18289197

O nascimento prematuro associado a pior saúde mental 

Nascer prematuramente está ligada a um risco aumentado de uma série de problemas de saúde mental muito mais tarde na vida, de acordo com pesquisadores. O transtorno bipolar, depressão e psicose foram mais provável, o estudo no The Archives of General Psychiatry sugeriu. 

O risco global manteve-se muito baixa, mas foi maior em bebés prematuros. Especialistas alertaram que, desde então, houve avanços significativos em cuidar de bebés prematuros.
Gestação a termo duram cerca de 40 semanas, mas um em cada 13 bebés nascem prematuramente, antes de 36 semanas.

Risco elevado 

Pesquisadores do Instituto de Psiquiatria do Kings College de Londres e do Instituto Karolinska, na Suécia, analisaram dados de 1,3 milhões de pessoas nascidas na Suécia entre 1973 e 1985. Eles encontraram 10,523 pessoas foram internadas no hospital com alguns transtornos psiquiátricos, 580 dos que nasceram prematuramente. Os acadêmicos apresentaram a termo crianças tiveram duas chances em 1.000 de serem admitidos. O risco era quatro em 1000 para os bebés prematuros que nasceram antes de 36 semanas e seis em 1000 para aqueles que nasceram antes de 32 semanas.

Muito prematuros foram mais de sete vezes mais como ter transtorno bipolar e quase três vezes mais chances de ter depressão. Um dos pesquisadores, o Dr. Chiara Nosarti, disse que os números reais podem ser maiores que as condições mais brandas não teria sido necessário uma visita ao hospital. No entanto, ela advertiu que o risco era baixo ea grande maioria dos bebês prematuros são perfeitamente saudável.

Ela disse à BBC: "Eu não acho que os pais devem estar preocupados, mas sabemos que o nascimento pré-termo confere uma maior vulnerabilidade a uma variedade de condições psiquiátricas e, talvez, os pais devem estar cientes disso e monitorar os sinais precoces de problemas mais sérios mais tarde. " Ela especula que o "desenvolvimento interrompido" pode afetar o cérebro dos bebês.

 Impressionante 

O executivo-chefe da saúde mental caridade SANE, Marjorie Wallace, disse: "Nós já sabíamos que o nascimento prematuro pode estar ligada à esquizofrenia, mas para ver a evidência ligando-o a uma série de condições psiquiátricas que requerem hospitalização é impressionante."

O bebê Bliss caridade atendimento disse que era bem estabelecido que o nascimento precoce pode afetar o cérebro em desenvolvimento.

No entanto, seu executivo-chefe Andy Cole advertiu que algumas das pessoas no estudo nasceram "há 40 anos e que a prática clínica neonatal para limitar o dano neurológico foi transformado ao longo das últimas quatro décadas, com resultados significativamente melhores vistas hoje."

Tem havido desenvolvimentos no resfriamento do cérebro para reduzir os danos, bem como melhorias na ventilação para garantir oxigénio suficiente está ficando para o cérebro.