sexta-feira, 8 de junho de 2012

Ficha de leitura: nº28
Unidade de ensino: Produção de alimentos e sustentabilidade
Assunto: alimentos
Pesquisador: Flávia Dinis
Fonte: http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=4&cid=122298


Mudanças climáticas vão exigir estocagem de alimentos

Não adianta combater a seca do semiárido; a atitude mais correta é aprender a conviver com a ausência de chuvas

DO PORTAL DO AGRONEGÓCIO
Esse foi o tom da audiência pública sobre segurança alimentar e nutricional e as ações de prevenção e adaptação no semiárido nordestino da Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas, ocorrida nessa terça-feira (5).

No encontro, o coordenador de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Campelo, frisou que a população precisa se adaptar às especificidades do clima nordestino. Ele lembrou que há 500 anos o Brasil convive com a seca sempre insistindo em tentar combatê-la.

Para Francisco Campelo, é preciso traçar uma estratégia de sustentabilidade exclusiva para o semiárido a fim de garantir recursos suficientes para a segurança alimentar da população e dos animais. Essa estratégia estaria relacionada à sustentabilidade nos momentos de dificuldade, como na seca.

Um dos erros de estratégia, segundo Campelo, é justamente querer comparar a produção da agricultura familiar do semiárido à de outros biomas. “Como é que um produtor sustenta a sua família com uma produção de 200 quilos de feijão? No Sudeste, por exemplo, um hectare produz duas toneladas de feijão, mas, no Nordeste, são 300 quilos. Então, tem que haver uma estratégia de sustentabilidade ou o agricultor, para sobreviver, vai querer que aquele solo produza mais, o que não é sustentável para a região”, alertou.

Ainda sugerindo formas de manter a segurança alimentar no semiárido, Campelo ressaltou a importância de não se perder as espécies que já estão adaptadas.

O conselheiro nacional de Segurança Alimentar e Nutricional da Presidência da República, Edélcio Vigna, citou um estudo que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) fizeram sobre o aquecimento global e a nova geografia agrícola. Segundo o conselheiro, a conclusão da pesquisa foi que o crescente impacto das mudanças climáticas forçará a mudança do sistema nacional de produção e armazenamento. Para evitar a falta sucessiva de alimentos, a população terá de formar reservas.

Eventos extremos

Edélcio Vigna lembrou que o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas indica que as regiões mais pobres como a África, Ásia e a América Latina são as que têm menos condições de enfrentar as mudanças climáticas, além de serem as mais vulneráveis a eventos extremos, como enchentes, estiagens e furacões.

O conselheiro disse que, mesmo com todas essas dificuldades, o Brasil não possui um mapeamento das áreas e das populações que estão em zona de risco e não tem medidas socioambientais de prevenção de riscos climáticos. “Dá a impressão que as autoridades estão alheias aos problemas que a sociedade sofre. Elas prometem programas, atividades, recursos, mas estão longe da dor dessas populações”, disse o conselheiro.

Para o conselheiro, o foco principal do impacto das mudanças climáticas são as grandes cidades, onde o País concentra 82% da sua população. Ele acredita que essas pessoas sofrerão mais com as enchentes, deslizamentos de encosta, soterramentos, descontinuidade nos serviços públicos e ineficiência das políticas urbanas, como moradia digna, saneamento básico, água potável e luz elétrica.

Já o campo, de acordo com Vigna, sofrerá com a diminuição da produtividade e, consequentemente, será necessário usar mais agrotóxicos e produtos químicos, com maior possibilidade de poluição hídrica.

O presidente da comissão, deputado Márcio Macêdo (PT-SE), informou que na próxima semana os parlamentares vão preparar os eventos para a Rio+20. Durante o evento, devem acontecer duas audiências públicas da comissão.


Ficha de leitura: nº 27
Unidade de ensino: Produção de alimentos e sustentabilidade
Assunto:  Alimentos
Pesquisador: Flávia Dinis
Fonte: http://www.oje.pt/noticia.aspx?channelid=B35371BB-722F-4403-8EB6-DCE66A4991FB&contentid=C16CB33D-AB18-4289-AB04-3758E8E0443F


Cabo Verde importa 80% dos alimentos
ÁFRICA
08/06/12, 15:05
OJE/Lusa


A importação de produtos alimentares em Cabo Verde está acima dos 80% das necessidades da população do arquipélago, revela um estudo intitulado "Análise do Impacto do Aumento dos Preços Internacionais dos Alimentos".




Citado pela Panapress, o estudo, promovido pelo Governo de Cabo Verde e apresentado pelo consultor cabo-verdiano Floresvindo Barbosa, destaca a situação vulnerável do país e recomenda um melhor aproveitamento dos recursos localmente disponíveis, para se equacionar o problema alimentar de forma mais realista e prática.
Com base em dados sobre a produção e importação de alguns produtos, o estudo dá conta da relação entre o consumo e o aumento dos preços com reflexo na economia, constatando-se que, em 2011, o aumento dos preços dos produtos foi de 2,5%, na mesma proporção do consumo (2,5%).
O comércio aumentou em 6,5%, depois da estagnação em 2009, enquanto o stock subiu 3,2% em 2011, ano em que a produção teve uma redução de 3,8%, enquanto o comércio e o stock final também tiveram descidas em relação ao ano anterior na ordem de 1,6% e 1,5%, respetivamente.
O estudo sugere a melhoria da informação fornecida pela Agência Nacional de Segurança Alimentar (ANSA), sobretudo no que se refere aos preços, consumo e stock dos principais produtos alimentares e recomenda o incentivo à produção local de alimentos e a redução dos custos dos transportes inter-ilhas.
"Ao elaborar o estudo, o nosso objetivo foi não só fazer recomendações, mas mostrar que o Governo, ao longo dos anos, tem tomado medidas para atenuar o aumento dos preços dos produtos alimentares a nível nacional", realçou o consultor.
Por fim, o estudo destaca ainda a necessidade de se proceder a uma análise mais aprofundada do impacto do aumento dos preços dos combustíveis na economia cabo-verdiana, tendo em vista o peso desses produtos na estrutura das importações, sem esquecer que a crise mundial afetou drasticamente os países mais pobres.



Ficha de leitura: nº 26
Unidade de ensino: Produção de alimentos e sustentabilidade
Assunto: Preços dos alimentos
Pesquisador: Flávia Dinis
Fonte: http://expresso.sapo.pt/precos-dos-alimentos-cairam-acentuadamente=f731501



Preços dos alimentos caíram acentuadamente

Os preços globais dos alimentos caíram acentuadamente em maio "devido à oferta geralmente favorável, às crescentes incertezas relativas à economia global e ao fortalecimento do dólar americano", refere a agência da ONU para a Agricultura e Alimentação (FAO).



O Índice de Preços dos Alimentos da FAO, que mede as alterações mensais dos preços internacionais de um grupo de produtos alimentares de base, caiu 4,0 por cento em maio, atingindo uma média de 204 pontos, menos nove pontos em relação a abril.
Segundo a organização com sede em Roma, este foi "o nível mais baixo desde setembro de 2011 e cerca de 14 por cento abaixo do pico de fevereiro de 2011".
Em comunicado, um especialista em cereais da FAO, Abdolreza Abbassian, refere que "os preços dos produtos agrícolas caíram acentuadamente desde o seu nível mais alto, mas permanecem ainda elevados e vulneráveis a riscos relacionados com as condições atmosféricas nos próximos meses críticos da produção".

Aumenta a produção mundial de cereais 


Ao mesmo tempo, a FAO prevê um aumento da produção mundial de cereais em 48,5 milhões de toneladas em relação a maio, principalmente na expetativa de um aumento da produção de milho nos Estados Unidos. O comunicado indica que as últimas previsões da FAO para a produção mundial de cereais em 2012 estão a um nível recorde de 2.419 milhões de toneladas, 3,2 por cento acima em relação ao máximo de 2011.
A maior parte do aumento tem origem principalmente no milho dos Estados Unidos, devido a um começo antecipado da temporada de plantio e das atuais condições de crescimento favoráveis. Como resultado, calcula-se que a produção total de cereais para ração seja de 1.248 milhões de toneladas, um significativo aumento de 85 milhões de toneladas em relação ao ano anterior.
Segundo a FAO, com as principais culturas de arroz do hemisfério norte já na terra em vários países, "a previsão de produção global de arroz em 2012 é segura e aponta para um aumento de 2,2 por cento em relação a 2011, para as 490 milhões de toneladas, refletindo maiores plantações da Ásia".
Para o trigo, as informações da FAO mais recentes apontam para uma contração de cerca de 3,0 por cento da produção em 2012, para as 680 milhões de toneladas, mas ainda bem acima da média dos últimos cinco anos.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/precos-dos-alimentos-cairam-acentuadamente=f731501#ixzz1xDggoLa4
Ficha de leitura: nº25
Unidade de ensino: Imunidade e controlo de doenças
Assunto: Doença renal cronica
Pesquisador: Flávia Dinis
Fonte: http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=corpoevida_mat&url_id=4599


Doença Renal Crônica

A falta de sintomas iniciais dificulta o diagnòstico

Pode-se considerar crônica todas as doenças que afetam os rins por três meses ou mais. Elas diminuem a filtração e afetam o funcionamento dos mesmos. E na maioria o portador não percebe que sofre da doença, o que acaba atrasando o diagnóstico e dificultando o tratamento. O diagnóstico precoce e o tratamento nas fases iniciais da doença podem ajudar a impedir que os sintomas avancem para fases mais avançadas, que por sua vez obriguem o pacienta a recorrer a de hemodiálise ou transplante. 

Geralmente associada com diabetes, pressão alta e doenças do coração, o tratamento da DRC também ajuda a evitar outras complicações como infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca e derrames. 

Apesar da doença renal não ocasionar muitos sintomas, é preciso estar atento a sensação de fraqueza, cansaço, inchaço no rosto, pés ou pernas, dificuldade para urinar, alterações na cor da urina e aumento ou diminuição em sua quantidade. O exame de urina e a dosagem no sangue da creatinina detectam a DRC. 
Ficha de leitura: nº24
Unidade de ensino: Unidade e controlo de doenças
Assunto: Cirurgia a doenças dos olhos
Pesquisador: Flávia Dinis
Fonte:http://www.portalaz.com.br/noticia/geral/244662_doencas_nos_olhos_como_catarata_e_pterigio_sao_corrigidas_com_cirurgia.html


Doenças nos olhos como catarata e pterígio são corrigidas com cirurgia

quinta, 07 de junho de 2012 • 13:00
Oftalmologistas explicam o que são esses problemas e como é a operação. Após o programa, às 11h05, haverá um chat ao vivo sobre a saúde ocular.

Apesar de ter um nome estranho, o “pterígio” é uma doença ocular que acontece em países tropicais como o Brasil, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Escolher bem os óculos de sol pode ajudar a prevenir o problema, que provoca uma espécie de pele sobre o canto dos olhos.

Consultar um médico pelo menos uma vez por ano é uma ótima forma de evitar pterígio e também catarata. Se você tiver mais de 60 anos, preste atenção em uma eventual perda de visão. Se a sua troca dos óculos não surtir efeito, pode ser sinal de catarata. Além disso, não use colírios com corticoides sem prescrição.

Catarata (Foto: Arte/G1)

Segundo os oftalmologistas Samir Bechara e Fábio Nero, a redução da visão na catarata pode ser mais ou menos profunda, dependendo da opacidade do cristalino. A pessoa percebe uma piora progressiva, como se uma nuvem estivesse cobrindo e embaçando os olhos.

Conforme o cristalino se torna opaco, a luz deixa de entrar e não permite a perfeita formação da imagem na retina, localizada no fundo do olho, como se fosse o filme de uma máquina fotográfica.

À medida que a catarata avança, pode ficar tão dura e enegrecida (ou esbranquiçada) que nenhuma luz entra, causando cegueira. Na Amazônia, todos os pacientes têm cataratas muito duras – além de o pterígio ser mais frequente.

Quando esse cristalino opaco é retirado e dá lugar a uma lente intraocular transparente, a luz volta a atingir a retina, revertendo o quadro.

A cirurgia de catarata deve ser feita quando a piora da visão passa a incomodar. O importante é não adiar muito a operação, pois com o tempo o problema se torna mais difícil e sujeito a complicações.

Tanto para a catarata quanto para o pterígio, não existe prevenção – usar óculos de sol ajuda no caso deste.

A boa notícia é que o tratamento é seguro e eficaz. E o mais importante é que essas doenças sejam diagnosticadas precocemente e acompanhadas por um médico, até que seja definido o momento certo de fazer a cirurgia, que leva anestesia local, com a aplicação de colírios anestésicos ou sedativos.

Dicas para comprar óculos
- Vá a uma ótica confiável
- Peça certificado e selo de garantia
- Exija proteção ultravioleta (400 nanômetros)
Ficha de leitura: nº23
Unidade de ensino: Imunidade e controlo de doenças
Assunto\ Conteúdo: Doenças raras
Pesquisador: Flávia Dinis
Fonte: http://www.farolcomunitario.com.br/saude_000_0488-ms-ampliara-acoes-de-atencao-aos-pacientes-com-doencas-raras.php



Ministério ampliará ações de atenção aos pacientes com doenças raras


A ação faz parte da Política de Atenção às Pessoas com Doenças Raras, que está sendo elaborada por Grupo de Trabalho, instituído pelo Ministério da Saúde.
Definir critérios para instituir centros de referência para o atendimento e suporte aos doentes com doenças raras no país, elaborar linha de cuidado integral em todos os níveis de atenção, e fazer um levantamento sobre o quantitativo de pacientes com doenças raras no Brasil, com diagnóstico definido ou em tratamento medicamentoso. Estas são as ações iniciais a serem realizadas pelo Grupo de Trabalho (GT) de Doenças Raras, definidas em reunião nesta semana, em Brasília.
O GT foi instituído, em abril deste ano, pelo Ministério da Saúde e conta com a participação de especialistas e entidades representativas. Seu principal objetivo é elaborar a Política de Atenção às Pessoas com Doenças Raras. “Criar uma política representa grande desafio, ao levar em conta a complexidade do assunto, a diversidade regional, e o volume de doenças raras que existem no país, que hoje é de cerca de 6 a 8 mil”, afirma a diretora do Departamento de Atenção Especializada, Alzira de Oliveira Jorge.
Ressalta-se que a prioridade do GT é compatibilizar uma linha de cuidado integral (promoção, prevenção, tratamento e reabilitação) em todos os níveis de atenção, com equipe multiprofissional, com atuação interdisciplinar, possibilitando identificar os principais problemas de saúde relacionados às doenças raras. Todo este trabalho está sendo feito com interface ao Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Governo Federal - Viver sem Limites. O plano possui quatro eixos de atuação: acesso à educação, atenção à saúde, inclusão social e acessibilidade.
Na Política de Doenças Raras, também está previsto o apoio nas áreas psicossocial, de pesquisa e de investigação científica, e a formação continuada do profissional que atua com doenças raras. A proposta é que o tema tenha relevância desde a fase de formação dos profissionais na área de saúde (graduação, pós-graduação e educação permanente).
Hoje, existem Protocolos Clínicos e de Diretrizes Terapêuticas relacionadas a doenças raras e genéticas no âmbito do SUS. Outros protocolos clínicos encontram-se em elaboração: Doença de Fabry, Mucopolissacaridose, Doença de Pompe e Homocistinuria.
Ficha de leitura: nº22
Unidade de ensino: imunidade e controlo de doenças
Assunto\ Conteúdo: Vacinação contra H1N1
Pesquisador: Flávia Dinis
Fonte: http://www.jptl.com.br/?pag=ver_noticia&id=49914

Pacientes com doenças crônicas serão vacinados contra H1N1
Da RedaçãoFoto: Arquivo JP/Danilo Fiuza


Vacinas estão disponíveis em todas as unidades de saúde
O Departamento Municipal de Imunização da Secretaria de Saúde de Três Lagoas disponibilizou as vacinas contra a gripe para o grupo de pessoas com doenças crônicas. Isso porque o município não atingiu a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS) e sobraram algumas doses. A vacina está disponível em todas as unidades de saúde.
De acordo com a coordenadora do Departamento de Imunização, Humberta Azambuja, os pacientes que sofrerem de qualquer doença crônica poderão ser imunizados. Mas, para receber a dose é necessário apresentar uma receita médica como forma de garantir que realmente ele precisa da vacina. “É uma forma de termos um controle”, disse. Além de proteger contra a gripe sazonal, a vacina imuniza contra a gripe H1N1.
Após o grupo de doentes crônicos serem imunizados, a vacina será oferecida ao restante da população. Porém, Humberta explicou que ainda não há previsão sobre quando as doses serão estendidas aos próximos grupos.