domingo, 16 de outubro de 2011

Testículos de Mamifero

Ficha de leitura: nº1
Unidade de Ensino: Reprodução humana e manipulação de fertilidade

Conteúdo\Assunto : Observação de testículos de mamífero


Na aula de Biologia do dia 23 de Setembro, foi feita uma observação e uma analise pormenorizada de testículos de mamífero. 
Tal como podemos concluir na aula os testículos que de mamífero que observamos são maiores que testículos humanos. Nesta aula podemos analisar pormenorizadamente os vários constituintes do testículo, tal como: o epidídimo, o canal deferente, os túbolos seminíferos , os septos e o saco escrotal. 


Pesquisador: Flávia Pedro Dinis 


Fonte: Livro de Biologia 12, Terra, Universo de vida 

Erros de diagnóstico levam à interrupção de gravidezes saudáveis e desejadas.

Ficha de leitura nº1



Unidade de ensino:Reprodução humana e manipulação de fertilidade




Conteúdo/assunto:interrupção da gravidez


No Reino Unido, há cerca de 400 mil diagnósticos errados por ano de perda gestacional. Estes diagnósticos podem surgir por variadas razões, tais como hemorragias ou dores abdominais durante as primeiras semanas de gestação.

De modo a estudar o caso, recorre-se a uma ecografia onde se verifica o tamanho do saco embrionário, a existência ou inexistência de embrião vísivel e o seu batimento cardíaco, sendo depois tudo relacionado com o tempo de gravidez. Nos casos de dúvida, esta ecografia é repetida após 7 a 10 dias, se o saco embrionário não apresentar crescimento é dado o diagnóstico de perda gestacional.
Este método pode levar a erros uma vez que uma gravidez não se desenvolve igualmente em todos os casos, há variações no crescimento do saco embrionário.
Assim, os investigadores concordam a a adoção de novas linhas de organização de modo a evitar diagnósticos errados e perdas de embriões saudáveis


Pesquisado por : Susana Bailadeira




Erros de diagnóstico levam à interrupção de gravidezes saudáveis e desejadas
Por: Ana Esteves 14- 10- 2011 12: 2


Estima-se que no Reino Unido possam chegar a 400 por ano o número de diagnósticos errados de perda gestacional. Na maior parte dos casos, levam a um aborto provocado para «limpeza» do útero. Números avançados pelo professor Tom Bourne, do Imperial College London, líder de um estudo que acompanhou mil mulheres grávidas a quem foi dito, na sequência de uma ecografia, que tinham perdido o bebé. Podem ser várias as razões que levam ao erro de diagnóstico. Se uma grávida sofre uma hemorragia ou dores abdominais, nas primeiras semanas da gestação, os médicos avaliam, por meio de ecografia, o tamanho do saco embrionário, a existência ou não de embrião visível e o seu batimento cardíaco, relacionando tudo isso com o suposto tempo de gravidez. Em caso de dúvida ¿ por vezes o embrião ainda não é visível nem audível o seu batimento cardíaco, mas pode estar lá - os médicos devem repetir o exame passados sete a dez dias. Nessa altura devem voltar a medir o saco embrionário e se este não tiver crescido então confirmam o diagnóstico de perda gestacional. Mas este método conduz a diagnósticos errados, pois há variações no crescimento do saco amniótico, nem todas as gravidezes evoluem da mesma forma e nem sempre os tamanhos do saco coincidem com o intervalo que vem nos manuais de obstetrícia. Sem que isso queira dizer que se está perante uma gravidez inviável. Também as situações em que o embrião ainda não é visível em determinado tempo de gestação e com determinadas medidas de saco embrionário podem levar a diagnósticos de gravidez anembrionária (sem embrião) - mas o cálculo do tempo gestacional pode estar errado e o tamanho do saco ser atípico, podendo haver também nestes casos diagnósticos errados. Os autores do estudo afirmam que é necessário fazer mais investigação e pedem que sejam criadas de imediato novas guidelines que permitam evitar diagnósticos errados e perdas de embriões saudáveis. Os resultados deste estudo foram publicado no jornal Ultrasound in Obstetrics.

Cientistas desvendam como placenta 'engana' defesa do corpo da mãe


Ficha de leitura nº1



Unidade de ensino: Reprodução humana e manipulação de fertilidade
Conteúdo/assunto: Gravidez


Pesquisadores da universidade Yale, nos Estados Unidos, desvendaram um mecanismo que pode explicar a pré-eclâmpsia- uma condição que pode afetar grávidas e colocar em risco a vida da mulher e do feto. A pesquisa foi divulgada na revista "Reproductive Sciences".


Pesquisador: Daniela Carvalho

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/10/cientistas-desvendam-como-placenta-engana-defesa-do-corpo-da-mae.html

Uma das funções da placenta é levar nutrientes da mãe para dentro do feto. Segundo Kliman, um dos autores do estudo, durante uma gravidez normal, células da placenta conhecidas como trofoblastos começam a atacar as paredes dos vasos sanguíneos da mãe. Isso faz com que mais sangue esteja disponível para entrar na placenta, deixando o bebê maior. O feto precisa ser grande para sobreviver, mas pequeno o suficiente para poder sair do corpo da mãe.

As células de defesa do corpo da mãe tentam destruir os trofoblastos. Mas a placenta consegue enganar os "soldados" maternos, ao liberar a chamada proteína placental 13 (PP13). Essa substância começa a circular nas veias da mulher até alcançar a região do útero logo abaixo da placenta. Ao sair dos vasos sanguíneos, a proteína desperta a atenção do sistema de defesa da mãe. O resultado é uma área inflamada com células mortas (necrose) ao redor das veias.

Como as células de defesa estão ocupadas contendo a "invasão" da proteína, os trofoblastos ficam livres para obter mais sangue da mãe.

Para os cientistas norte-americanos, quando este truque da placenta não funciona, a grávida pode desenvolver pré-eclâmpsia, uma condição que faz a pressão arterial aumentar e proteínas surgirem na urina. Se não tratada, a pré-eclâmpsia pode piorar e gerar uma eclâmpsia - doença que provoca convulsões e pode colocar a vida da mãe e do bebê em risco.





Métodos Contracetivos: A Alternativa Masculina


Ficha de Leitura Nº1

Unidade de ensino: Reprodução humana e manipulação de fertilidade

Conteúdo/assunto: Pílula Masculina
Segundo um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, também os homens têm agora a opção de tomar a pílula masculina, sem efeitos secundários, contrariando as investigações feitas anteriormente, em que tal método causava efeitos secundários, como a falta de desejo sexual ou alterações de humor, tornando este método hormonal pouco aconselhado.
Basta a aplicação de injeções mensais de testosterona para que também o homem possa ter uma alternativa ao preservativo ou ao método mais "radical", a Vasectomia.
A injeção bloqueia a produção de esperma e se os estudos futuros se revelarem positivos, o método virá revolucionar o planeamento familiar dos casais que não desejam ter filhos.
É estimado que, segundo a equipa do Instituto de Investigação para o Planeamento Familiar de Beijing, o novo método poderá estar disponível dentro de 5 anos. Em Portugal, este novo método deverá ter uma afluência bastante positiva, dado que 14% dos casais escolhe o uso do preservativo, enquanto 5% opta pela vasectomia.
A eficácia deste novo método hormonal é comprovada pelos resultados dos ensaios clínicos feitos durante dois anos e meio na China. Em cada 100 homens que tomaram as injecções, apenas um teve filhos. Caso este novo método seja aceite e seja comercializado, os homens terão assim um novo método mais "cómodo" de controlar assim a sua reprodução.
Pesquisado por: Joel Joaquim
"Estudo mostra que a pílula masculina é eficaz para evitar
gravidez
por JOANA FERREIRA DA COSTA 8 Maio 2009
Uma injecção mensal de testosterona nos homens pode ser tão eficaz a evitar
uma gravidez como a pílula feminina ou os preservativos. A injecção bloqueia a
produção de esperma e se os testes confirmarem os actuais resultados o método
pode revolucionar a forma como os homens controlam o planeamento familiar.
A eficácia das injecções de hormonas é revelada pelos resultados dos ensaios
clínicos feitos durante dois anos e meio na China. Em cada 100 homens que
tomaram as injecções, apenas um teve filhos.
Segundo o estudo, publicado no Journal of Clinical Edocrinology &
Metabolism, seis meses depois da interrupção das injecções, desaparecem os
efeitos das hormonas no esperma. A equipa do Instituto de Investigação para o
Planeamento Familiar de Beijing acredita que se os testes continuarem a ser bem
sucedidos, o contraceptivo poderá estar disponível dentro de cinco anos
"Para os casais que não podem, ou não querem, usar métodos contraceptivos
femininos, as opções de planeamento familiar estavam limitadas à vasectomia, aos
preservativos ou coito interrompido", explica o investigador que liderou o
estudo, Yi-Qun Gu, citado pela BBC.
As anteriores tentativas para desenvolver um contraceptivo hormonal masculino
esbarraram na falta de resultados e em efeitos secundários como falta de desejo
sexual ou alterações de humor, diz a BBC. Nesta investigação não foram relatados
efeitos secundários graves. Mas quase um terço 1045 homens envolvidos abandonou
o estudo antes da sua conclusão.
Em Portugal, onde o planeamento familiar é tradicionalmente entregue às
mulheres a chegada ao mercado de uma pílula masculina seria "uma revolução",
admite o secretário geral da Associação para o Planeamento Familiar, Duarte
Vilar.
Segundo o especialista, o leque de opções contraceptivas para os homens
portugueses limitam-se ao preservativo, escolhido por 14 por cento dos casais.
"Apesar da sua eficácia, o uso da vasectomia no País é residual. Apenas 0,5 por
cento dos homens a utilizam".
Com um contraceptivo hormonal "os homens poderiam passar a controlar a sua
reprodução", concluiu. "

sábado, 15 de outubro de 2011

Excesso de peso na gravidez aumenta risco de asma na adolescência


Ficha de Leitura nº1

Unidade de Ensino: Reprodução humana e manipulação da fertilidade
Conteúdo/assunto: Gravidez
Estudo publicado no “Journal of Epidemiology & Community Health” revela que os filhos de mulheres que têm excesso de peso ou são obesas no início da gravidez apresentam maior risco de sofrer de asma ou pieira na adolescência.

6.945 adolescentes nascidos em 1986 no norte da Finlândia foram analisados por alguns investigadores do país, bem como do Reino Unido. O estilo de vida e o índice de massa corporal das mães destes adolescentes foram alguns dos assuntos analisados, assim como os sintomas de asma dos adolescentes.

Em comparação com os filhos das mulheres que tinham um peso adequado no início da gravidez, os filhos das que tinham excesso de peso ou eram obesas apresentavam um risco 20 a 30% maior de sofrer de asma.

Pesquisador: Mariana Morgado Joaquim

Fonte:
http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/excesso-de-peso-na-gravidez-aumenta-risco-de-asma-na-adolescencia

"
Excesso de peso na gravidez aumenta risco de asma na adolescência
Estudo publicado no” Journal of Epidemiology & Community Health”
Os filhos das mulheres que têm excesso de peso ou são obesas no início da gravidez apresentam maior risco de sofrer de asma ou pieira na adolescência, sugere um estudo publicado no “Journal of Epidemiology & Community Health”.
Para o estudo, os investigadores da University of Greenwich's School of Health & Social Care, no Reino Unido, em colaboração com cientistas do Imperial College London e algumas instituições na Finlândia analisaram os dados de 6.945 adolescentes nascidos em 1986 no norte da Finlândia. As mães destes adolescentes foram questionadas, às 12 semanas de gestação, sobre o seu estilo de vida, antecedentes sociais e nível de educação. Tanto o peso pré-gestacional materno, bem como o índice de massa corporal e os sintomas de asma dos adolescentes foram analisados.
O estudo revelou que, em comparação com os filhos das mulheres que tinham um peso adequado no início da gravidez, os filhos das que tinham excesso de peso ou eram obesas apresentavam um risco 20 a 30% maior de sofrer de asma. Os investigadores também constataram que quanto maior era o peso da mulher no início da gravidez, maior era o risco de os filhos apresentarem este tipo de problemas respiratórios. Verificou-se ainda que, as mulheres que tinham história de alergias apresentavam também um maior risco de terem filhos com problemas respiratórios.
Em comunicado enviado à imprensa, o líder do estudo, Swatee Patel, revelou ainda que “as mães mais pesadas tinham um risco 47% maior de terem filhos com asma do que as mães com um peso saudável. Os nossos resultados sugerem que ter excesso de peso pode interferir com o normal desenvolvimento fetal em resultado da interrupção da actividade metabólica e hormonal, o que poderá, em parte, contribuir para o aumento das taxas de asma crónica.”
O investigador conclui, assim, que estes novos achados podem ser adicionados à extensa lista de malefícios provocada pela obesidade, não só para as mães como para os seus filhos.
ALERT Life Sciences Computing, S.A."

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Sexo oral primeira causa do cancro da boca e garganta

Ficha de leitura nº 1
Unidade de ensino: Reprodução Humana e manipulação da fertilidade
Conteúdo/Assunto: sexo oral/ virus do papiloma humano
Pesquisador: Ana Rita Rito



As infeções com o vírus do papiloma humano (VPH), transmitidas através do sexo oral, ultrapassaram o tabaco como a primeira causa de cancro da boca e da garganta nos EUA.

Esta é a conclusão de um estudo apresentado durante uma reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, sigla em inglês) e coincide com os resultados de outros trabalhos divulgados no passado, segundo os quais quem pratica sexo oral, com mais de seis pessoas ao longo da vida, tem oito vezes mais probabilidades de contrair a doença, escreve o correspondente do El Mundo em Nova Iorque.





Sexo oral primeira causa do cancro da boca e garganta

por DN.pt25 Fevereiro 2011
As infeções com o vírus do papiloma humano (VPH), transmitidas através do sexo oral, ultrapassaram o tabaco como a primeira causa de cancro da boca e da garganta nos EUA.
Esta é a conclusão de um estudo apresentado durante uma reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, sigla em inglês) e coincide com os resultados de outros trabalhos divulgados no passado, segundo os quais quem pratica sexo oral como mais de seis pessoas ao longo da vida tem oito vezes mais probabilidades de contrair a doença, escreve o correspondente do El Mundo em Nova Iorque.
Maura Gillison, investigadora da Universidade do Ohio, explicou durante a reunião da AAAS que os cientistas que participaram no estudo verificaram um aumento de 225% de casos de cancro oral causados por infecções com VPH entre 1974 e 2007. O CDC (Centro para o Controlo e Prevenção das Doenças) diz que o número de infectados com o vírus do papiloma humano duplicou nos EUA e estima que metade da população sexualmente activa daquele país irá contrair o vírus ao longo da sua vida.
O jornal espanhol salienta que na maior parte dos casos o corpo humano controla a infeção sem grandes problemas ou sequer exibir sintomas, mas em alguns casos a infeção permanece ao ponto de causar lesões pré-malignas.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Reprodução de esperma humano em laboratório



Ficha de Leitura nº1

Unidade de Ensino: Reprodução humana e manipulação da fertilidade
Conteúdo/assunto: Espermatozoides


Cientistas britânicos noticiaram ter conseguido reproduzir céluas com caraterísticas de espermatozóides a partir de Stem células com o cromossona XY. Seá éticamente correto fazer este tipo de investigação?
Penso que os homens não precisam de ficar assustados. A descoberta de Karim Nayernia, da Universidade de Newcastle, não significa que o sexo masculino se tornou dispensável no processo de reprodução.
O desenvolvimento de esperma humano em laboratório, a partir de células estaminais, requer sempre um par de cromossomas XY. No entanto, este trabalho pode ser uma nova esperança para os homens inférteis.

Pesquisador: Teresa Tábuas Pereira EM 10/10/2012


Fonte:
http://pt.euronews.net/2009/07/08/reproducao-de-esperma-humano-em-laboratorio/

"Reprodução de esperma humano em laboratório

Cientistas britânicos anunciaram ter conseguido reproduzir esperma humano em laboratório. Investigadores da universidade de Newcastle e do NorthEast England Stem Cell Institute garantem ter desenvolvido uma técnica para criar espermatozóides a partir de células estaminais com cromossomas XY.
“Vimos todas as características, quase todas as características que são específicas das células do esperma. Por exemplo, movimento, com a estrutura de cauda e com cabeça. Têm também proteínas que são importantes no desenvolvimento do esperma e na própria função do esperma”, afirma o professor Karim Nayernia. Os cientistas esperam que a legislação evolua no sentido de validar a técnica como tratamento para a infertilidade masculina. A Corethics, organização que debate a ética na reprodução, levanta objecções. “A nossa maior objecção tem como é evidente uma base ética pois nós consideramos isto é uma loucura moral. Basicamente, o que eles alegam ter conseguido é pegar em embriões humanos saudáveis e destruí-los para extrair células estaminais para criar esperam – o que levanta ainda mais questões sobre o que pretendem criar”, argumenta Josephine Quintavalle. Por outro lado, alguns peritos em medicina reprodutiva masculina duvidam da descoberta anunciada pelos investigadores de Newcastle. http://pt.euronews.net/2009/07/08/reproducao-de-esperma-humano-em-laboratorio/
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