
Ficha de leitura nº1
Unidade de ensino: Reprodução humana e manipulação de fertilidade
Conteúdo/assunto: amamentação
A adesão das portuguesas ao aleitamento materno durante o primeiro mês de vida dos bebés ronda os 70 por cento, uma percentagem que fica aquém do desejável, lamentou uma enfermeira especialista nesta área. Com o decorrer do tempo esta percentagem vai descendo, sendo no sexto mês apenas de 40%.
Segundo a agência Luso Irene Cerejeira as mães não valorizam o aleitamento materno, dai haver necessidade de investir nesta área dando a conhecer às mães as vantagens da amamentação.
A agência adianta ainda que muitas mães desistem da amamentação devido à falta de apoio que senta após a alta.
Pesquisador: Catarina Ribeiro
Fonte: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2037034&seccao=Sa%FAde
A adesão das portuguesas ao aleitamento materno durante o primeiro mês de vida dos bebés ronda os 70 por cento, uma percentagem que fica aquém do desejável, lamentou hoje uma enfermeira especialista nesta área.
"Achamos que as mães não valorizam muito o aleitamento materno", afirmou à agência Lusa Irene Cerejeira, presidente da Mesa do Colégio da Especialidade de Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica da Ordem dos Enfermeiros, que quinta-feira, em conjunto com a Associação Portuguesa dos Enfermeiros Obstetras, promove em Viseu uma conferência sobre amamentação.
Segundo Irene Cerejeira, "a taxa de adesão (ao aleitamento materno) no primeiro mês de vida ronda os 70 por cento", mas o objectivo é que se atinja, "pelo menos", os 95 por cento.
"Daí haver necessidade de intervirmos, trabalhando a área de conhecimento das mulheres, falando das vantagens, de modo a que elas possam aderir ao aleitamento materno", justificou.
Com o decorrer dos meses, esta percentagem vai diminuindo e, "no sexto mês de vida, anda à volta dos 40 e pouco por cento", sendo que entre os quatro e os seis meses poucas mães conseguem alimentar o bebé em exclusividade com o leite materno, como recomenda a Organização Mundial de Saúde, sobretudo por motivos laborais.
Irene Cerejeira explicou que muitas mães desistem também de amamentar devido "à falta de apoio que sentem após a alta".
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