Pesquisador: Miguel Almeida
Um sensor feito de papel que testa urina ou sangue e detecta cancro do pâncreas de forma rápida e sem grandes custos. Não foi uma grande farmacêutica que o desenvolveu. Foi um adolescente de quinze anos de Maryland, nos Estados Unidos. O sensor é 100 vezes mais sensível e 28 vezes mais rápido que os testes existentes no mercado.
A incrível descoberta de Jack Andraka foi hoje reconhecida com o grande prémio da feira de ciência e engenharia Intel ISEF, que decorreu em Pittsburgh. Andraka não só venceu a categoria de Medicina e Ciências da Saúde como foi o melhor de toda a competição, recebendo 75 mil dólares - um prémio que o deixou literalmente em histeria. As duas equipas portuguesas que estiveram na competição não receberam prémios, mas uma das maiores surpresas da feira foi o insucesso das equipas brasileiras: das duas dezenas que viajaram do Brasil para competir, apenas duas ganharam um quarto e terceiro lugar (há dezenas por posição). A comitiva do Brasil é quase sempre uma das maiores e mais dinâmica nesta feira, que a Intel patrocina há quinze anos. O sensor de papel de Andraka já está em processo de patente, tal é a inovação contida no projecto. O adolescente baseou-se nos testes para diabéticos e criou um sensor simples que testa urina e sangue e usa um biomarcador para o cancro pancreático, um dos mais mortíferos.
Nos estudos que fez, Andraka teve resultados com 90% de precisão.
Fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO046293.html
Nenhum comentário:
Postar um comentário