Ficha de leitura nº9
Tema/Assunto: Cancro da mama
Pesquisador: Mariana Joaquim nº15
Autores da investigação defendem que devem ser realizados mais estudos para confirmar os resultados
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54219&op=all
"O medicamento daclizumab, que é geralmente usado para evitar a rejeição em transplantes renais, poderá agora ser o complemento da vacina contra o cancro da mama, segundo demonstrou um estudo de investigação da Perelman School of Medicine e do Abramson Family Cancer Research Institute, ambos da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Os investigadores demonstraram que este reforço pode aumentar em 30 por cento a taxa de sobrevivência, já que o fármaco tem a capacidade de esgotar células T reguladoras (Tregs) e restaurar a capacidade do sistema imunológico de combater os tumores, quando doseado a pacientes a quem foi ministrada a vacina contra o cancro da mama.
De acordo com o líder do estudo, Robert
Vonderheide, o fármaco ajudou o organismo a conservar as células de
defesa durante dois meses, sem apresentar efeitos secundários e aumentou
em sete meses, a taxa sobrevivência das pacientes – comparativamente a
apenas a toma da vacina.
No entanto, os autores da investigação defendem que devem ser realizados mais estudos para confirmar os resultados e reforçar a capacidade do sistema imunitário perante os tumores.
Durante o estudo, o medicamento foi doseado e administrado a dez doentes com cancro da mama já em metástase, a quem já tinha sido igualmente doseada uma vacina experimental desenvolvida e fabricada naquela universidade. Este tipo de imunoterapia consiste em treinar o sistema imunológico para que destrua células cancerígenas. Segundo a equipa, a droga ajudou o organismo das mulheres a quem foi administrada, durante os testes, a reestabelecer a capacidade que o sistema imunológico tem em combater os tumores. "
No entanto, os autores da investigação defendem que devem ser realizados mais estudos para confirmar os resultados e reforçar a capacidade do sistema imunitário perante os tumores.
Durante o estudo, o medicamento foi doseado e administrado a dez doentes com cancro da mama já em metástase, a quem já tinha sido igualmente doseada uma vacina experimental desenvolvida e fabricada naquela universidade. Este tipo de imunoterapia consiste em treinar o sistema imunológico para que destrua células cancerígenas. Segundo a equipa, a droga ajudou o organismo das mulheres a quem foi administrada, durante os testes, a reestabelecer a capacidade que o sistema imunológico tem em combater os tumores. "
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