Unidade: Imunidade e Controlo de Doenças
Assunto: Transplante de Neurónios
Os autores de um estudo acreditam que o transplante de neurónios provoca emagrecimento em rato e, que esta experiência pode representar novas esperanças no futuro, a longo prazo, na capacidade de restaurar outras zonas do cérebro, remetendo terapias para as doenças de Parkinson, autismo e muitas mais.
Pesquisador: João Paraíso
O ensaio recaiu essencialmente sobre as primeiras. Os roedores usados eram geneticamente modificados de forma a obterem uma resposta à leptina – hormona que regula o metabolismo e está associada à obesidade – alterada. Após o transplante, o circuito cerebral restaurou-se e os animais perderam peso.
Os autores do estudo acreditam, mesmo, que a experiencia pode representar uma nova esperança de futuro, a largo prazo, na capacidade de restaurar outras zonas do cérebro – remetendo para terapias para as doenças de Parkinson, autismo, epilepsia, entre outras.
Até agora, apenas se descobriram duas áreas cerebrais com capacidade de substituir neurónios (neurogénese) em grande escala: o bolbo olfactivo e uma zona chamada de giro dentado (uma faixa de substância cinzenta), segundo avançara Jeffrey Micklis, docente em Harvard e co-autor do trabalho.
Os neurónios adicionados às duas primeiras regiões, durante a etapa adulta, são, geralmente, mais pequenos e actuam como as funções que comandam o volume sobre os sinais, mas a equipa restabeleceu um sistema de circuitos neuronais que, por norma, não aplica a neurogénese; contudo, com isto, recuperaram grande parte das suas funções originais.
É a primeira vez que cientistas conseguem reconstruir o circuito cerebral e a técnica poderá ser bastante promissora se aplicada a novas terapias."
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