Ficha de leitura nº 2
Unidade de Ensino: Reprodução humana e manipulação da fertilidade
Conteúdo/assunto: Reprodução
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Cientistas descobriram que os espermatozóides aderem ao óvulo através de uma molécula de açúcar.
No gâmeta feminino existe um tipo específico de molécula de açúcar que ajuda o espermatozóide a aderir a este.
Esta nova descoberta traduz-se num conhecimento que pode ser utilizado para ajudar a diminuir a infertilidade nos casais.
Pesquisador: Carolina Costa em 02/11/11
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=50681&op=all
“Espermatozóide e óvulo unidos por molécula de açúcar
Um grupo de investigação do Imperial College de Londres, no Reino Unido, descobriu que os espermatozóides aderem ao óvulo através de uma molécula de açúcar bastante pegajosa e este novo avanço poderá ajudar futuros casais que padeçam de infertilidade.
O estudo publicado na revista «Science» mostra que existe um tipo específico de molécula de açúcar que cobre o gameta feminino, ajudando o espermatozóide a aderir. Os detalhes descobertos complementam uma enorme lacuna sobre o conhecimento da fertilidade.
O estudo publicado na revista «Science» mostra que existe um tipo específico de molécula de açúcar que cobre o gameta feminino, ajudando o espermatozóide a aderir. Os detalhes descobertos complementam uma enorme lacuna sobre o conhecimento da fertilidade.
Os investigadores já sabem que um espermatozóide reconhece um óvulo quando as proteínas da cabeça da célula reprodutiva masculina se encontram com os açúcares que cobrem o seu exterior.
A partir do momento em que se produz a reunião, as superfícies externas do espermatozóide e do óvulo aderem antes de se fundirem para que o primeiro transfira o seu DNA para o interior, fecundando o óvulo.
Para o estudo, os cientistas empregaram uma nova tecnologia por imagem ultra sensível para conseguirem avaliar que moléculas são mais importantes no processo. Uma cadeia de açúcares, conhecida como sequência sialyl-lewis-x (SLeX) é abundante na superfície do óvulo humano e após experimentarem uma série de açucares sintéticos em laboratório, verificaram que a SLeX que provoca a aderência.
Segundo um comunicado do Imperial College, ainda resta a percorrer um longo caminho para conseguir tratamentos clínicos derivados desta descoberta e conseguir resolver os problemas de fertilidade de vários casais. Entretanto, os investigadores vão usar os primeiros resultados para estudar melhor as proteínas presentes na cabeça do espermatozóide que permitem reconhecer o óvulo.”
A partir do momento em que se produz a reunião, as superfícies externas do espermatozóide e do óvulo aderem antes de se fundirem para que o primeiro transfira o seu DNA para o interior, fecundando o óvulo.
Para o estudo, os cientistas empregaram uma nova tecnologia por imagem ultra sensível para conseguirem avaliar que moléculas são mais importantes no processo. Uma cadeia de açúcares, conhecida como sequência sialyl-lewis-x (SLeX) é abundante na superfície do óvulo humano e após experimentarem uma série de açucares sintéticos em laboratório, verificaram que a SLeX que provoca a aderência.
Segundo um comunicado do Imperial College, ainda resta a percorrer um longo caminho para conseguir tratamentos clínicos derivados desta descoberta e conseguir resolver os problemas de fertilidade de vários casais. Entretanto, os investigadores vão usar os primeiros resultados para estudar melhor as proteínas presentes na cabeça do espermatozóide que permitem reconhecer o óvulo.”

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